Uruguai quer recuperar terreno perdido na exportação de carne de frango

Ressaltando que as exportações avícolas do país na década passada ficaram marcadas por um drástico processo de entrada e saída do mercado venezuelano, o Instituto Nacional de Carnes (INAC), do Uruguai, observa que, atualmente, as exportações uruguaias de carne de frango representam menos de 5% do mercado internacional do produto, nível que considera muito baixo “tanto em comparação com os países da região, como em relação a outros produtos cárneos exportados pelo Uruguai”.

Ao mesmo tempo que recomenda que se avalie toda uma série de variáveis responsáveis por essa baixa participação, o INAC sugere os mercados que devem ser considerados prioritários: China, Arábia Saudita e Hong Kong.

“Se o acesso a esses três mercados for obtido, a participação uruguaia ascenderia desde 4% até 36%, mesmo nível registrado por exportadores relevantes como Argentina e Tailândia, cujas vendas no mercado internacional somam centenas de milhões de dólares. Em conclusão, essas três habilitações propiciariam um cenário significativamente superior ao atual”, afirma o INAC.

No final de outubro o Uruguai abriu “a primeira janela” para o mercado chinês ao ver o Governo da Região Administrativa Especial de Macau reconhecer seu sistema de inspeção sanitária. Por ora, a habilitação irá envolver apenas as exportações de carne bovina e ovina. De toda forma, já é uma abertura.

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A Ferraz é uma empresa familiar 100% nacional e que iniciou suas atividades no ano de 1970. Em seguida, começaram a fabricar pequenas fábricas de rações farelada para granjas de aves de postura e também suínos. Atualmente, fornecem plantas completas tanto para produção de rações fareladas, extrusadas de 400 Kg a 16 toneladas por hora, peletizadas de 400 Kg a 30 toneladas por hora.

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Ricardo Santin, afirma: “Produção nacional de carne de frango pode alcançar entre 14,100 e 14,300 milhões de toneladas neste ano, elevação de 3,5% em relação a 2020. No recorte das exportações, a ampliação do volume embarcado é ainda mais evidente: até 10%. Consumo per capita será de 46 quilos de carne de frango”.

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QIMA/WQS foi fundada em 1993, oferecendo soluções para a indústria de alimentos do campo à mesa por meio de certificações reconhecidas pela GFSI (BRCGS, GLOBALG.AP, SQF, IFS), segurança de alimentos, auditorias éticas, selos de qualidade, inspeções, treinamento e gestão da cadeia de fornecimento. Atualmente com sede em Charlotte, Carolina do Norte, com filiais no Brasil e México, fornecem serviços em todo o mundo.

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A Pluma Agroavícola sempre se destacou no mercado pela evolução e crescimento acima da média. Hoje, com 22 anos de fundação, a empresa atua em oito estados do Brasil, sendo Paraná (com sua sede em Cascavel), Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pernambuco e Distrito Federal. Em 1999, quando a empresa foi fundada, eram apenas cinco funcionários; hoje, são mais de 2.300 colaboradores.

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Duas datas muito importantes foram comemoradas nos meses de setembro e outubro ambas com forte relação com os segmentos de avicultura e suinocultura: O Dia Internacional da Conscientização sobre a Perda e o Desperdício de Alimentos (29/09) e o Dia Mundial da Alimentação (16/10) o qual faz alusão também a data de criação da Organização da Nações Unidas para alimentação e agricultura (FAO). Os setores avícola e suinícola conferem grande contribuição aos temas e trazem grandes benefícios a bem-estar população global e do planeta.

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Sob a liderança da Ministra Tereza Cristina, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem trabalhado comprometido com a agenda de abertura, manutenção e ampliação de mercados para os produtos do agronegócio brasileiro. Como resultado abrimos desde janeiro de 2019 até o presente momento, 178 mercados para diferentes tipos de produtos.

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Alberto Back e Vânia Bernardes, do MercoLab Laboratórios LTDA, Cascavel PR publicam artigo na edição de dezembro da Revista do AviSite, em que afirmam que grande desafio atual é o controle das salmonelas paratíficas, que representam os outros quase 300 sorotipos que podem infectar as aves, além da Gallinarum e Pullorum. “
“Controle das salmonelas paratíficas exige conhecimento, ação integrada na cadeia, monitoramento, uso de produtos anti-salmonela (ácidos, probióticos, prebióticos, extratos vegetais…), uso de vacinas, cuidados de ambiência, manejo e biosseguridade”, afirmam.

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Quem se dedicou à tarefa de analisar os balanços das duas principais empresas do setor no segundo trimestre de 2021 deve ter notado que, embora fortes concorrentes entre si, ambas apresentaram pelo menos um argumento em comum para justificar os fracos resultados do período: o encarecimento do custo de produção naquele que, provavelmente, é o momento mais difícil e desafiante da economia e do consumidor brasileiro. Página 62.

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