Proteínas animais em 2022: crescimento lento, com mesmo nível de incerteza de 2021

Em 2022, o mercado global de proteína animal deverá enfrentar níveis de incerteza semelhantes aos de 2021, de acordo com uma previsão do Rabobank. Embora seja esperado que os mercados se estabilizem um pouco no próximo ano, muitos dos fatores presentes nas mudanças recentes permanecerão. Entre eles, os custos mais elevados de produção, aqui inclusa não só a ração animal, mas também mão de obra, energia e frete. Isso será acompanhado por novos e contínuos desafios, como os decorrentes da busca por proteínas animais mais sustentáveis, aumento dos desafios de biossegurança e, ainda, pela continuidade da Covid-19.

A tendência geral para 2022 é de crescimento contínuo, mas lento, da produção, impulsionada por suínos, aves e aquicultura, mas com leve contração da carne bovina.  A recuperação contínua do rebanho suíno da China será o fator de maior influência nos mercados globais em 2022, disseram analistas.

Diante desse cenário, os preços da proteína animal devem permanecer firmes em 2022 (com algumas exceções), apoiados pelas constantes restrições de oferta e pelo fortalecimento geral da demanda. “Esperamos que os líderes de empresas progressivas de proteína animal se concentrem nas oportunidades criadas pelas constantes perturbações do mercado, em vez de apenas ver as múltiplas mudanças como risco para seus negócios”, disse Justin Sherrard, Estrategista Global – Proteína Animal.

De acordo com o relatório, o consumo doméstico de carne suína na Europa precisa aumentar para equilibrar os mercados. Ao mesmo tempo, o frango – a despeito dos custos mais elevados – precisa ampliar a abertura em todos os canais. Além disso, espera-se que o setor de aves do sudeste asiático – após dois anos de impactos desafiadores causados pela Covid-19 – volte a registrar expansão.

A carne suína também se recuperará dos impactos da peste suína africana  e da Covid-19, mas de forma mais lenta. Sob esse aspecto, na China, espera-se que a recuperação da produção de carne suína continue, mas os resultados são incertos, porquanto o consumo é fraco e os preços permanecem baixos. A demanda por carne bovina permanecerá firme, enquanto as aves serão pressionadas pela recuperação da carne suína.Nos mercados da América do Norte, a força contínua da demanda garantirá a firmeza da produção e dos preços. As restrições de produção ainda podem estragar o que parece ser um ano positivo. O Brasil continuará sua ascensão como um dos maiores exportadores de carne, embora a demanda também possa crescer no mercado interno, enquanto na Austrália, a oferta de carne bovina e ovina deve melhorar lentamente. A demanda contínua para as exportações da Nova Zelândia e a oferta restrita são positivas para o retorno dos investimentos, diz o relatório.

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A Ferraz é uma empresa familiar 100% nacional e que iniciou suas atividades no ano de 1970. Em seguida, começaram a fabricar pequenas fábricas de rações farelada para granjas de aves de postura e também suínos. Atualmente, fornecem plantas completas tanto para produção de rações fareladas, extrusadas de 400 Kg a 16 toneladas por hora, peletizadas de 400 Kg a 30 toneladas por hora.

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Ricardo Santin, afirma: “Produção nacional de carne de frango pode alcançar entre 14,100 e 14,300 milhões de toneladas neste ano, elevação de 3,5% em relação a 2020. No recorte das exportações, a ampliação do volume embarcado é ainda mais evidente: até 10%. Consumo per capita será de 46 quilos de carne de frango”.

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QIMA/WQS foi fundada em 1993, oferecendo soluções para a indústria de alimentos do campo à mesa por meio de certificações reconhecidas pela GFSI (BRCGS, GLOBALG.AP, SQF, IFS), segurança de alimentos, auditorias éticas, selos de qualidade, inspeções, treinamento e gestão da cadeia de fornecimento. Atualmente com sede em Charlotte, Carolina do Norte, com filiais no Brasil e México, fornecem serviços em todo o mundo.

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A Pluma Agroavícola sempre se destacou no mercado pela evolução e crescimento acima da média. Hoje, com 22 anos de fundação, a empresa atua em oito estados do Brasil, sendo Paraná (com sua sede em Cascavel), Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pernambuco e Distrito Federal. Em 1999, quando a empresa foi fundada, eram apenas cinco funcionários; hoje, são mais de 2.300 colaboradores.

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Duas datas muito importantes foram comemoradas nos meses de setembro e outubro ambas com forte relação com os segmentos de avicultura e suinocultura: O Dia Internacional da Conscientização sobre a Perda e o Desperdício de Alimentos (29/09) e o Dia Mundial da Alimentação (16/10) o qual faz alusão também a data de criação da Organização da Nações Unidas para alimentação e agricultura (FAO). Os setores avícola e suinícola conferem grande contribuição aos temas e trazem grandes benefícios a bem-estar população global e do planeta.

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Sob a liderança da Ministra Tereza Cristina, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem trabalhado comprometido com a agenda de abertura, manutenção e ampliação de mercados para os produtos do agronegócio brasileiro. Como resultado abrimos desde janeiro de 2019 até o presente momento, 178 mercados para diferentes tipos de produtos.

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“Controle das salmonelas paratíficas exige conhecimento, ação integrada na cadeia, monitoramento, uso de produtos anti-salmonela (ácidos, probióticos, prebióticos, extratos vegetais…), uso de vacinas, cuidados de ambiência, manejo e biosseguridade”, afirmam.

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Quem se dedicou à tarefa de analisar os balanços das duas principais empresas do setor no segundo trimestre de 2021 deve ter notado que, embora fortes concorrentes entre si, ambas apresentaram pelo menos um argumento em comum para justificar os fracos resultados do período: o encarecimento do custo de produção naquele que, provavelmente, é o momento mais difícil e desafiante da economia e do consumidor brasileiro. Página 62.

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