sexta-feira, 12 de agosto de 2022

No primeiro trimestre de 2022, 21 UFs exportaram carne de frango

Aguardam-se os dados de abril quando, com certeza, o panorama deve apresentar sensíveis alterações em função, agora sim, da guerra na Europa e dos crescentes casos de Influenza Aviária no Hemisfério Norte.

Por ora – isto é, no primeiro trimestre de 2022 – o quadro de Unidades Federativas (UFs) exportadoras de carne de frango não apresenta maiores modificações em relação ao que foi observado no fechamento de 2021.

Entre janeiro e março foram 21 as UFs que efetivaram exportações (em relação ao ano passado ausentes, por enquanto, apenas Tocantins e Sergipe), a maioria delas mantendo, ainda que aproximadamente, o mesmo nível de participação de 2021.

De toda forma, chama a atenção o fato de o quarto maior exportador de 2021, o estado de Goiás, encontrar-se no momento na sexta posição. Efeito de uma redução de quase 10% no volume embarcado e, ao mesmo tempo, de um aumento de 39% e 8% nas exportações de São Paulo e Mato Grosso do Sul , agora na quarta e quinta posições.

No Centro-Oeste, além de Goiás, também Mato Grosso reduziu suas exportações – um quarto a menos que no mesmo trimestre de 2021. No Nordeste, o retrocesso envolve Pernambuco, Ceará e Paraíba, os dois primeiros com cerca de um terço a menos e a Paraíba com queda de 54%. Por fim, na Região Norte, três das quatro UFs que exportaram no trimestre registram redução: Amazonas, de cerca de 55%; Pará, de 30%; e Amapá, de aproximadamente 17%.

Vale notar, entretanto, que todas essas quedas tendem a ser revertidas neste e nos próximos meses, pois os volumes atualmente embarcados vêm crescendo de forma ainda mais expressiva que no primeiro trimestre, período em que o volume embarcado superou 1,1 milhão de toneladas, aumentando quase 10% em relação ao trimestre inicial de 2021.

Essa expansão correspondeu a um adicional de quase 100 mil toneladas em apenas três meses, para ele contribuindo a Região Sul, com 9% de incremento, o Sudeste, com 32%, o Nordeste, com 2,5% e a Região Norte, com 34%.Ou seja: por ora, apenas o Centro-Oeste registra queda no volume embarcado. Mesmo assim a Região mantém-se como segunda maior exportadora do País, atrás apenas da Região Sul.

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