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Preços vão subir, e mais milho será importado

Categoria: Matérias-Primas

São Paulo , 13/12/2019 |


Os preços das carnes de frango e suína deverão ficar mais elevados no em 2020, disse ontem o diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, em entrevista a jornalistas. De acordo com ele, as exportações brasileiras estão crescendo em ritmo maior que a produção nacional e os preços do milho seguirão altos, o que tem reflexo nas carnes.

Apesar disso, não há risco de falta de carnes no Brasil, afirmou. Conforme os preços aumentam no país, também há um estímulo para que as indústrias vendam o produto no mercado doméstico, argumentou o dirigente da ABPA.

Neste ano, os preços de frango e suíno já registraram forte aumento. No atacado paulista, o preço médio do frango congelado subiu 20% no acumulado do ano, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) No caso da carcaça suína, o preço médio no atacado aumentou 27% neste ano.

Ao consumidor, os preços também aumentaram. De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBEGE), o preço do frango inteiro aumentou 8% no acumulado deste ano até novembro. O preço da carne de porco registrou alta de 14,8%.

Para 2020, o milho deve ser mais um fator a estimular um aumento dos preços da carnes, afirmou Santin. Os preços do cereal subiram no país devido ao aumento das exportações. Os embarques do cereal superam 38 milhões de toneladas neste ano, um recorde. A colheita da safra 2018/19, encerrada no fim de agosto, somou 100 milhões de toneladas, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Nesse cenário, inevitavelmente as grandes agroindústrias (BRF, Seara e Aurora) terão de importar milho. Segundo o presidente da ABPA, Francisco Turra, as importações do grão - sobretudo de Paraguai e Argentina - serão regulares e em volume expressivo até junho, quando a colheita da safra de inverno começa. De acordo com a agência Bloomberg, a JBS está negociando a compra de 200 mil toneladas de milho da Argentina, com entrega prevista para o início do ano.



Fonte: Valor Econômica
Autor: Luiz Henrique Mendes



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