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Detenção de imigrantes afeta abate de frango nos EUA

Categoria: Mercado Externo

Washington, EUA, 12/08/2019 |


O presidente Donald Trump defendeu na última sexta-feira as operações maciças que levaram à prisão de 680 imigrantes sem documentos em sete fábricas de processamento de frango no estado do Mississippi, ao afirmar que as medidas funcionam como uma forma de desestimular a imigração irregular. As operações de quarta-feira, em seis cidades do Mississippi, desataram duras críticas depois que a imprensa local divulgou imagens de crianças que ficaram sozinhas ao sair da escola, chorando e sem ter para onde ir, nem o que comer.

— Quero que as pessoas saibam que, se vierem aos Estados Unidos ilegalmente, vão embora — disse Trump a jornalistas. — E isso serve como um fator dissuasivo. Quando as pessoas virem o que houve (na quarta-feira), vão saber que não vão ficar aqui.

O procurador-geral do Mississippi, Mike Hurst, que chefiou as maiores operações executadas em um único estado na História do país, também se defendeu, assegurando que os agentes tinham a preocupação de que as crianças se encontrassem com seus pais.

"Não temos conhecimento de que nenhuma criança neste momento esteja sem os pais como resultado da operação", escreveu na quinta-feira à noite no Twitter.

Já as fábricas de processamento de frango tiveram seu pessoal drasticamente reduzido. A Koch Foods, com receita de US$ 3,2 bilhões segundo a revista Forbes, publicou em sua página no Facebook que promoverá uma feira de trabalho para recrutar novos operários em Forest, a leste da capital, Jackson.

"Os solicitantes têm que fornecer duas formas de identificação válida ao se inscrever", explica o texto.

Outra fábrica, a PH Food, sequer abriu as portas na quinta-feira, segundo o jornal local Clarion Ledger. Entre 70 e 80 de seus 100 trabalhadores foram detidos na operação, explicou ao jornal o encarregado da fábrica, identificando-se como Jun Lian.

O governo informou que 300 dos detidos tinham sido libertados, com tornozeleiras eletrônicas e ordens de se apresentar a um tribunal de migração para que um juiz decida se serão deportados. Além disso, 30 deles foram soltos por razões humanitárias para que seus filhos não ficassem sozinhos.

Entre os 680 detidos, havia ao menos 107 mexicanos, anunciou na quinta-feira o governo do México.



Fonte: O Globo
Autor: Redação



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