Revista do Avisite
Revista do Ovo
Encartes Especiais
Notícias
Clippings
Informativo Semanal
Informativo Diário
AviGuia
AviSite
OvoSite
Trabalhos Técnicos
Agenda
Cobertura
Legislação
Banco de Currículos
Relatórios
Busca Avançada
Contato
Publicidades
Patrocinadores
Domingo, 25/08/2019
Siga-nos:
Classificados Links Vídeos
CLIPPINGS
Peste suína na China faz ações de frigoríficos dispararem

Categoria: Agronegócios

São Paulo, SP, 24/04/2019 |


Impulsionados pelo surto do vírus da peste suína africana na China, os frigoríficos brasileiros ganharam R$ 17,6 bilhões em valor de mercado apenas em abril, mês em que o impacto da doença começou a ser incorporado pelos analistas de importantes corretoras. No acumulado de 2019, o ganho é maior - de R$ 31,8 bilhões -, mas muito concentrado na JBS.

Juntas, os quatro frigoríficos brasileiros listados na bolsa (JBS, BRF, Marfrig e Minerva) valiam, ontem, R$ 85,8 bilhões na B3, crescimento de 26,8% ante os R$ 68,2 bilhões do fim de março. Por serem as empresas mais valiosas, JBS e BRF explicam a maior parte do movimento. Em abril, a dona da Sadia e Perdigão ganhou quase R$ 6 bilhões em valor de mercado. A dona da Friboi, por sua vez, ganhou mais de R$ 10 bilhões na B3.

No ano, a JBS também é a principal estrela. O valor de mercado da empresa aumentou em mais de R$ 20 bilhões, atingindo quase R$ 54 bilhões. No período, a BRF ganhou R$ 6,5 bilhões. Além da peste suína, os investidores já estavam animados com a JBS, diante da melhor percepção sobre a governança da empresa e as boas perspectivas para a produção de carne nos Estados Unidos.

Na bolsa, o gatilho de compras foi disparado, em grande medida, na semana passada, quando o banco Morgan Stanley recomendou enfaticamente as ações de frigoríficos.

Desde então, os papéis da JBS intensificaram o movimento de alta, renovando seguidamente o recorde dos papéis. Ontem, mais uma vez, a empresa da família Batista fechou o pregão a R$ 19,72, maior patamar da histórica da empresa.

Os papéis da BRF, que sofriam com o ceticismo dos investidores em relação à recuperação da rentabilidade da companhia, ganhou tração neste mês. As ações da dona das marcas Sadia e Perdigão regressaram ontem ao patamar anterior à Operação Trapaça, investigação da Polícia Federal (PF) que chegou a prender ex-executivos da BRF em março do ano passado.

No embalo da peste suína africana, as brasileiras Marfrig e Minerva, grandes exportadoras de carne bovina, também subiram. No pregão de ontem, a Marfrig registrou a maior alta do Ibovespa (7%), atingindo o maior patamar desde agosto (R$ 7,52). Por sua vez, os papéis da Minerva, que não compõe o principal índice da bolsa, subiram 8,9% ontem, cotadas a R$ 7,99.

Na avaliação do analista Leandro Fontanesi, do Bradesco BBI, as ações da BRF ainda têm potencial para subir mais. O preço-alvo da corretora para os papéis é de R$ 35, o que embute um potencial de valorização de 17% sobre a cotação de ontem. No caso da JBS, o analista vê menor potencial, com preço-alvo de R$ 19.

Segundo o analista, o mercado ainda não precificou a redução de custos que será provocada pelo surto de peste suína na China. Em razão da liquidação de milhões de animais, os chineses demandarão menos grãos (soja e milho). Com isso, o preço da ração animal tende a ficar mais barato em países como o Brasil, beneficiando BRF e Seara, o negócio de frango e suíno da JBS.



Fonte: Valor
Autor: Redação



Deixe aqui sua opinião, insira seus comentários.
O espaço também é seu!




ÚLTIMOS CLIPPINGS













CLIPPINGS MAIS LIDOS
5 dias
30 dias
NOSSOS PARCEIROS
REVISTA ONLINE

Receba as melhores informações sobre avicultura por e-mail.
Nome:
E-mail: