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Brasil e EUA vão produzir menos soja, mas estoques são recordes

Categoria: Matérias-Primas

São Paulo, SP, 09/11/2018 |

Guerra comercial com a China faz exportação americana recuar 11%.

Esta quinta-feira (8) foi o dia dos números. Brasil e Estados Unidos refizeram estimativas de produção de grãos da safra que terminou e da que está sendo plantada.

No Brasil, são poucas novidades. A Conab (Companhia Nacional do Abastecimento) confirmou a produção 2017/18 em 228 milhões de toneladas de grãos e estimou a atual —que está sendo plantada— entre 234 milhões e 238 milhões.

Aqui, como nos Estados Unidos, o grande destaque é a soja. A produção brasileira poderá cair e, na melhor das hipóteses, ficar estável em 119 milhões de toneladas, segundo a Conab.

Já os americanos, em final de colheita, revisaram os números da produção para baixo. As estimativas do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) indicam agora uma safra de 125 milhões de toneladas, 2,5 milhões a menos do que o órgão previa em outubro.

O grande perigo para os sojicultores do mundo está nos elevados estoques dos americanos. Conforme o Usda, mesmo com a queda na produção, os Estados Unidos terminarão a safra 2018/19 com uma sobra de 26 milhões de toneladas de soja.

Esse volume, se confirmado, será o mais elevado até então no país e servirá para o consumo de 85 dias, segundo Daniele Siqueira, analista da AgRural.

O estoques mundiais sobem para 112 milhões de toneladas, para um consumo de de 352 milhões.

Siqueira destaca, ainda, a queda no volume das exportações norte-americanas.

Devido à guerra comercial dos Estados Unidos com a China, maior importadora da oleaginosa do mundo, as vendas externas de soja dos Estados Unidos deverão recuar para 51,7 milhões de toneladas, 6 milhões a menos do que a do ano anterior.

Já as vendas externas do Brasil, país que tem sido procurado pela China para suprir a sua demanda, deverá exportar mais.

Nos cálculos do Usda, as vendas externas de soja dos brasileiros vão somar 77 milhões de toneladas na safra 2018/19 —o início desta safra é em setembro deste ano e termina em agosto do próximo, no calendário americano.

O governo dos EUA reduziu também as estimativas de importação de soja pela China de 94 milhões de toneladas para 90 milhões no ano.

Esse novo número fica mais próximo do que estimam algumas consultorias —85 milhões—, segundo Siqueira. O próprio governo chinês estima importações de 84 milhões.

O Usda prevê uma safra brasileira de 120 milhões de toneladas, número próximo ao da Conab. A Argentina colherá 55,5 milhões, estimam os americanos.



Fonte: Folha de S.Paulo
Autor: Mauro Zafalon



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