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Chineses questionam Blairo sobre posições de Bolsonaro

Categoria: Exportação

Brasília, 06/11/2018 |


Em reunião com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, autoridades do governo chinês e empresários daquele país demonstraram preocupação sobre a postura comercial do futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL), já que o presidente eleito adotou em sua campanha um discurso considerado hostil a Pequim.

De acordo com uma fonte que participa de uma missão comercial de empresários e de representantes do governo brasileiro à China, tanto ministros de Estado quanto empresários do país asiático quiseram saber, em todas as reuniões e encontros com Blairo, se Bolsonaro tem a intenção de manter boas relações comerciais com a China e como será a política externa do novo presidente.

Mesmo sendo ministro do atual governo, Blairo, que desembarcou em Xangai há quatro dias e ficará na China até sexta-feira, procurou tranquilizar os chineses. Reforçou que Bolsonaro foi eleito com grande apoio do setor agropecuário e que por isso o setor não deverá ser prejudicado - a China é o maior parceiro comercial do Brasil e o maior importador de commodities agrícolas, sobretudo de soja.

O ministro participa de uma comitiva composta por autoridades do governo e empresários brasileiros do setor de carnes e grãos interessados em ampliar ou consolidar negócios com o gigante asiático. A tarefa, porém, não é simples. A China levantou recentemente uma tarifa antidumping a exportações brasileiras de carne de frango, decisão aliás que Blairo tenta reverter.

Na viagem, o ministro tem reforçado repetidamente o grande interesse do país de seguir vendendo para os chineses, embora alguns empresários brasileiros até concordem com a linha de endurecer com Pequim, não ameaçando barrar o comércio, mas se opondo a barreiras como a do antidumping.

Ontem, Bolsonaro recebeu, em sua residência no Rio, o embaixador chinês Li Jinzhangi, numa tentativa de Pequim de estreitar relações com o futuro governo.

O encontro ocorreu após o "China Daily", principal jornal estatal chinês, fazer na semana passada um editorial em que alertou o Brasil sobre riscos comerciais de o país se fechar para o mercado chinês. Uma viagem de Bolsonaro com familiares a Taiwan, país vizinho que tem atritos com a China, e posições externadas pelo presidente eleito no passado recente - como sua oposição à liberação da compra de terras por estrangeiros - desagradaram Pequim.





Fonte: Valor Econômico
Autor: Cristiano Zaia



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