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PF indicia Abilio Diniz e Pedro Faria no âmbito da Operação Trapaça

Categoria: Empresas

São Paulo, SP, 16/10/2018 |


Os empresários Abilio Diniz, ex-presidente do conselho de administração da BRF, e Pedro Faria, ex-CEO global da empresa, foram indiciados pela Polícia Federal no relatório final da Operação Trapaça, investigação que apura fraudes que teriam sido cometidas por funcionários e executivos da companhia de alimentos. O atual vice-presidente internacional da BRF, Simon Cheng, também foi indiciado. Ao todo, a PF indiciou 43 pessoas.

O indiciamento não significa culpa, mas apenas que a autoridade policial acredita haver indícios de crime. Portanto, os indiciados são formalmente suspeitos. Após o relatório da Polícia Federal, cabe ao Ministério Público Federal (MPF) avaliar o documento e apresentar ou não uma denúncia formal à Justiça contra os suspeitos.

No caso de Abilio Diniz, a PF suspeita dos crimes de estelionato e contra a saúde pública e falsidade ideológica. Faria também foi considerado suspeito pelos mesmos crimes. Ambos são suspeitos de participarem de uma "organização criminosa", segundo a PF.

Ex-executivos do alto escalão da BRF, José Roberto Rodrigues, Marcos Jank, Fabrício Delgado e Hélio Rubens Mendes dos Santos Junior estão entre os indiciados. O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, também está na lista.

Entre os crimes investigados estão fraudes em testes sobre a presença de salmonela em carne de frango destinada à exportação.

Procurado, Abilio afirmou em nota. que que “não cometeu nenhuma irregularidade como Presidente do Conselho de Administração da BRF. No relatório apresentado pela Polícia Federal, não existem elementos que demonstrem irregularidades”

Também em comunicado, Faria afirmou que “jamais houve qualquer determinação da diretoria do Grupo BRF, muito menos de Pedro Faria, no sentido de acobertar quaisquer eventuais desconformidades relativas ao processo produtivo da companhia”.

De acordo com Faria, sua gestão foi marcada pelos esforços em ampliar o rigor no controle sanitário. O executivo ressaltou que, “se falhas houve, estas jamais contaram com a anuência da administração da BRF, razão pela qual causa surpresa a conclusão a que chegou a Polícia Federal, totalmente discrepante daquilo que foi demonstrado no curso do inquérito”.

A ABPA, em nota, defendeu sua atuação junto ao Ministério da Agricultura.“[...] como entidade representativa da avicultura e da suinocultura do País, atua dentro dos limites estabelecidos pela Lei, e refuta as menções feitas pela Polícia Federal à sua atuação. Como representação setorial, é dever da ABPA defender os interesses do setor produtivo dentro dos limites legais”.



Fonte: Valor
Autor: Redação



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