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Alta no frete e preferência na comercialização da soja dão suporte aos preços do milho no mercado doméstico

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 20/02/2018 |


A segunda-feira (19) foi de ligeiras movimentações aos preços do milho praticados no mercado interno. Conforme levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, em São Gabriel do Oeste (MS), a saca subiu 4,55% e terminou o dia a R$ 23,00.

Na região de Palma Sola (SC), o ganho foi de 3,51%, com a saca do cereal a R$ 29,50. Já em Campinas (SP), a valorização foi de 2,98%, com a saca a R$ 34,60. No Oeste da Bahia, o ganho foi de 1,89%, com a saca a R$ 27,00. Nas demais praças o dia foi de estabilidade.

De acordo com o operador de mercado da Ouro Investimentos, Maurillo Marcondes Larios, o mercado do cereal apresenta um momento atípico nesse momento. "Estamos acompanhando uma alta inesperada no mercado futuro e também no mercado físico", afirma.

O especialista explica que o cenário é decorrente do encarecimento do frete, com a colheita da soja e a postura do produtor em dar preferência à comercialização da oleaginosa nesse momento. "Essa menor oferta de milho e a colheita da primeira safra ainda lenta em algumas regiões contribuem para a formação do cenário", completa.

"Devido ao avanço da colheita da soja, a prioridade continua sendo a comercialização da oleaginosa", destacou o Cepea em seu boletim semanal.

No maior estado produtor do grão na primeira safra, o Rio Grande do Sul, em torno de 32% da área semeada foi colhida até o momento, percentual dentro da média para o período, conforme levantamento da Emater/RS. E, apesar da rendimento dentro do esperado no Norte do estado, as lavouras do cereal foram penalizadas pelas intempéries climáticas e os prejuízos são estimados próximos de 28% na região Sul.

De modo geral, o percentual colhido no Centro-Sul do Brasil está próximo de 15%, segundo estimativa da AgRural. No mesmo período do ano anterior, o índice era de 14% a média dos últimos cinco anos é de 16%.

Ainda assim, o operador alerta que a chegada da safra de verão e os estoques podem pressionar negativamente os preços do cereal e os produtores precisam estar atentos. Os estoques iniciais são projetados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em mais de 18 milhões de toneladas.

Segunda safra

Outro fator que também está no radar dos participantes do mercado é o andamento do plantio da segunda safra de milho no país. Ainda conforme dados da AgRural, em torno de 26% da área no Centro-Sul já foi semeada com o grão. Em igual período do ano anterior, 36% da área já havia sido cultivada e a média dos últimos cinco anos é de 31%.

Em Mato Grosso, até o momento, o plantio está completo em 46,32% da área estimada para essa safra, de mais de 4,4 milhões de hectares. Em comparação com o ciclo passado, a diferença é de 12,07%, já que em 17 de fevereiro de 2017, cerca de 58,38% da área já havia sido plantada. As informações fazem parte do levantamento do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária).

Em muitas regiões, o atraso no plantio da soja e agora na colheita com o excesso de chuvas, houve o comprometimento da janela ideal de cultivo do milho. Cenário que gera especulações no mercado.

Por enquanto, em muitas regiões produtoras, a leitura é de redução na área cultivada com o cereal e também nos investimentos em tecnologia. "Teremos uma safrinha mais exposta ao risco climático. E os próximos 15 dias serão decisivos para acompanhar o andamento da safra e podemos ter um direcionamento melhor em relação aos preços", reforça Larios.

Exportação

As exportações aquecidas também continuam aquecidas e ajudam a dar sustentação aos preços do cereal. Somente em janeiro, o país embarcou mais de 3,02 milhões de toneladas, segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

Ainda segundo projeção dos analistas, o Brasil tomará a liderança dos EUA na exportação de milho em cinco anos.

Bolsa de Chicago

Nesta segunda-feira (19), a Bolsa de Chicago (CBOT) não operou devido ao feriado do Dia do Presidente, comemorado nos EUA. As negociações serão retomadas nesta terça-feira (20).



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Fernanda Custódio



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