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Soja tem altas em Chicago motivadas pela demanda pelo produto americano

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 06/10/2020 |


Na manhã desta terça-feira (6) os principais contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) operavam com alta, variando entre 7,50 a 8,75 pontos. Por volta das 8h20 (horário de Brasília), o vencimento Novembro/20 operava com valorização de 8,75 pontos, valendo US$ 10,30/bushel, Janeiro/21 com alta de 8,25 pontos com preço de US$ 10,33/bushel, Maio/21 com aumento de 8,00 e valor de US$ 10,25/bushel, e Julho/21 avançando 7,50 pontos e precificado em US$ 10,29/bushel.

De acordo com informações do site Successful Farming, a soja norte-americana deu um salto na comercialização da madrugada em meio à demanda por suprimentos dos EUA e clima adverso em algumas áreas produtoras globais.

"Isso segue os anúncios de sexta-feira de vendas de 264.000 toneladas de soja para a China para entrega no ano de comercialização atual e 252.000 toneladas de soja para um comprador não identificado", reportou Tony Dreibus ao Successful Farming.

Outro fator apontado pelo site que impulsionou os preços da oleaginosa em Chicago é o clima seco no Brasil, que pode retardar o plantio. A S&P Global afirmou em nota aos clientes, citando a consultoria agrícola AgRural.

"Apenas cerca de 1,6% da safra brasileira foi plantada no início do mês contra 3,1% neste momento no ano passado e a média de cinco anos de 4,5%. Ainda assim, a S&P Global disse em seu relatório que a produção total da safra não deve ser afetada, já que a soja do país geralmente recebe chuvas abundantes em outubro e novembro", informou Dreibus.

MERCADO INTERNO

Segundo informações da Agrifatto Consultoria, a soja brasileira não aguentou a desvalorização de 1,59% no dólar, e fechou a segunda-feira (5) com uma leve desvalorização nos portos brasileiros, ficando cotada próximo dos R$ 149,50/sc. "O cenário só não foi pior, pois os prêmios pagos continuam a evoluir dia após dia, com uma demanda externa para a próxima safra cada vez maior" informou a consultoria.



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Letícia Guimarães





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