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Mercado do do milho novas registra altas

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 11/09/2020 |


Ontem, a quinta-feira (10) chegou ao final com preços do milho levemente mais altos no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

Já as valorizações apareceram em Campinas/SP (1,69% e preço de R$ 60,00), Itapetininga/SP (1,75% e preço de R$ 58,00), São Gabriel do Oeste/MS (2,17% e preço de R$ 47,00) e Dourados/MS (4,17% e preço de R$ 50,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, “o comprador do milho no mercado físico paulista está mais ausente dos negócios no últimos dias, com a queda do dólar e a expectativa da colheita norte-americana. Isto deixou o mercado mais lento e as referências ligeiramente pressionadas”.

Ainda nesta quinta-feira, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou seu boletim de acompanhamento da safra brasileira de grãos para o mês de setembro e apontou que a produção total de milho nesta safra 2019/20 será recorde no Brasil, com 102,5 milhões de toneladas somando as três safras, um acréscimo de 2,5% em ralação ao ano anterior e 400 mil toneladas a cima da última estimativa de agosto.

Na mesma publicação, a Conab realizou ajuste em sua previsão de consumo interno para a safra em curso. A estimativa sofreu alteração de 0,4% para mais do que a projeção de agosto, chegando em 68,6 milhões de toneladas.

“O ajuste é decorrente de adequação nos dados de consumo animal esperado e utilização de milho para produção de etanol na Região Centro Oeste”, diz o relatório.

B3

Os preços futuros do milho operaram durante a maior parte do dia em alta na Bolsa Brasileira (B3). As principiais cotações registravam movimentações positivas entre 0,85% e 2,61% por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 57,93 com elevação de 0,85%, o novembro/20 valia R$ 58,74 com ganho de 1,77%, o janeiro/21 era negociado por R$ 58,85 com alta de 1,64% e o março/21 tinha valor de R$ 58,49 com valorização de 2,61%.

O analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destaca que, apesar de subirem neste dia, as cotações da B3 estão cerca de R$ 5,00 mais baixas do que já estiveram há 3 ou 4 semanas.

“A Bolsa segue a alta de hoje em Chicago, que se protege na linha de alta antes do relatório de oferta e demanda do USDA de amanhã, que pode trazer de 10 a 15 milhões de toneladas a menos na produção norte-americana”, diz.

Brandalizze aponta ainda que o mercado de negócios está muito calmo. “Nessa semana está praticamente linear nos R$ 58,00 o comprador nos portos em função de que o dólar tem se acomodado e caído na semana. Então não consegue pagar mais do que isso e coloca também um freio no mercado interno”.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro também subiram nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 4,00 e 7,25 pontos ao final do dia.

O vencimento setembro/20 foi cotado à US$ 3,57 com valorização de 7,25 pontos, o dezembro/20 valeu US$ 3,65 com alta de 4,75 pontos, o março/21 foi negociado por US$ 3,75 com ganho de 4,25 pontos e o maio/21 teve valor de US$ 3,81 com elevação de 4,00 pontos.

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 2% para o setembro/20, de 1,39% para o dezembro/20, de 1,35% para o março/21 e de 1,06% para o maio/21.

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho nos Estados Unidos atingiram seu maior nível em cinco meses nesta quinta-feira, com a notícia de que a peste suína africana na Alemanha poderia aumentar as exportações de carne suína dos EUA e a demanda por grãos para ração.

“O milho atingiu a alta da sessão depois que os futuros do porco magro na Bolsa Mercantil de Chicago aumentaram seu limite diário de 3 cents de dólar na confirmação de um caso de peste suína africana em um javali na Alemanha. A notícia estimulou o otimismo de que os compradores globais procurariam os Estados Unidos em boca de suprimentos de carne suína”, explica Julie Ingwersen da Reuters Chicago.

A Coréia do Sul, por exemplo, disse que estava interrompendo as importações de carne suína alemã após a descoberta, e as exportações da Alemanha para a China e Japão devem parar, disse a Associação da Indústria de Carne Alemão (VDF).

“As pessoas estão pensando que isso apoiará o farelo de soja e, especialmente, o milho”, aponta Terry Reilly, analista sênior da Futures Internacional Chicago.



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti





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