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Milho registra mais um dia de ganho no Brasil

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 07/08/2020 |


Ontem, a quinta-feira (06) chegou ao final com os preços do milho mais uma vez valorizados no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

Já as valorizações apareceram em Pato Branco/PR e Londrina/PR (1,12% e preço de R$ 45,00), Marechal Cândido Rondon/PR e Ubiratã/PR (1,15% e preço de R$ 44,00), Eldorado/MS (1,20% e preço de R$ 42,00), Jataí/GO e Rio Verde/GO (1,22% e preço de R$ 41,50), Campinas/SP (1,82% e preço de R$ 56,00), Itapetininga/SP (2% e preço de R$ 51,00), Dourados/MS (2,27% e preço de R$ 45,00) e Luís Eduardo Magalhães/BA (2,44% e preço de R$ 42,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, somente o Mato Grosso está na reta final ou concluindo os trabalhos da colheita do milho. “Os demais estados ainda trabalham avançar com a colheita. Os preços no físico não sentiram o aumento da disponibilidade do cereal nos últimos dias”.

As cotações do milho no mercado físico brasileiro subiram 44% em um ano e 4% apenas durante o último mês de julho, em plena colheita da segunda safra nas principais regiões produtores do Brasil.

Segundo a especialista em grãos e operadora da Mesa Agro da Terra Investimentos, Bianca Moura, enfrentamos um cenário diferenciado neste ano, alinhando um atraso na colheita com relação a 2019, uma demanda muito grande dentro e fora do país e o dólar valorizado ante ao real, que já registrou elevação de 30% em 2020.

A analista aponta que, a segunda safra brasileira deve produzir 75 milhões de toneladas de milho. Desde montante, 35 milhões serão destinados à exportação, que deve apresentar números melhores nos próximos meses.

Os 40 milhões de toneladas restantes, devem ser consumidas internamente, 6 milhões de toneladas por mês, disponibilizando assim, um estoque de passagem de apenas 4 milhões de toneladas para 2021.

Diante deste cenário positivo, o produtor brasileiro já negociou 70% desta produção aproveitando as altas e agora, capitalizado, segura o restante da safra esperando novas valorizações.

B3

Os preços futuros do milho operaram em alta durante esta quinta-feira na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,94% e 1,87% por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 53,75 com elevação de 1,84%, o novembro/20 valia R$ 54,45 com valorização de 1,87%, o janeiro/21 era negociado por R$ 54,76 com ganho de 0,94% e o março/21 tinha valor de R$ 54,40 com alta de 1,12%.

Na B3 o milho também segue sustentado. O contrato setembro/20, por exemplo, já subiu 48% em um ano e 13% somente no último mês de julho. As negociações na B3 também estão aquecidas com cerca de 30 mil contratos em aberto neste momento.

Moura alerta que o único fator capaz de alterar este cenário positivo para os preços do milho no Brasil seria uma queda forte do dólar ante ao real, mas que não existe nada que aponte tal desvalorização neste momento.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) flutuou próxima da estabilidade para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registraram movimentações máximas de 0,50 pontos ao final do dia.

O vencimento setembro/20 foi cotado à US$ 3,11 com elevação de 0,25 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,23 com valorização de 0,50 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,35 com estabilidade e o maio/21 tinha valor de US$ 3,43 com estabilidade.

Esses índices representaram estabilidade, com relação ao fechamento da última quarta-feira, para o setembro/20, para o dezembro/20, para o maio/21 e para o março/21.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho se estabilizaram após registrar fortes perdas na quarta-feira, mas as perspectivas de colheitas massivas nos Estados Unidos mantiveram pressão sobre esse mercado.

“A safra dos Estados Unidos parece muito boa e é provável que tenhamos uma produção recorde de milho”, disse Phin Ziebell, economista do agronegócio do National Australia Bank, em Melbourne.



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti



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