Revista do AviSite
Revista do Ovo
Encartes Especiais
Notícias
Clippings
Informativo Semanal
Informativo Diário
Info Estatísticas
AviGuia
OvoSite
Trabalhos Técnicos
Legislação
Busca Avançada
Cadastre-se
Contato
Anuncie
Patrocinadores
Terça-feira, 11/08/2020
Siga-nos:
Notícias Clippings Informativo Semanal Informativo Diário Info Estatísticas
CLIPPINGS
Doença de Gumboro: do surto a 100% de imunização

Categoria: Empresas

Campinas, SP, 30/07/2020 |

Meados da virada do século foram marcados pela chegada e paralização do ciclo do vírus no Brasil.

No final da década de 1990 e início dos anos 2000, com o maior surto do vírus de Gumboro no país, o produtor avícola brasileiro entendeu a importância de proteger as aves das três formas da doença, a imunossupressora, a clínica e a subclínica. Na época, não havia vacinas invasivas e rápidas para proteger do vírus resistente à desinfetantes e que sobrevivia meses fora do organismo de uma ave. Sendo assim, não existia tecnologia que interrompesse o ciclo da Doença de Gumboro.

O surto chegou ao Brasil em 1997. Em meio à teorias, a mais aceita é a entrada do vírus através da importação holandesa de adubos orgânicos para a produção industrial de flores. A explicação dos estudiosos é que parte da composição desses adubos era constituída por cama usada em galpões de frangos, ao seja, pelo ambiente mais característico do vírus. Além disso, pouco tempo antes, a Holanda passou pela mesma contaminação do vírus.

Instaurado o surto no Brasil na região de Holambra, os produtores enfrentaram o vírus através de práticas de biosseguridade. Já que as vacinas não eram invasivas e rápidas para induzir a imunidade necessária contra o vírus virulento da Doença de Gumboro, o foco foi em procedimentos de limpeza e desinfecção, além da diminuição do fluxo de pessoas, veículos e materiais nas granjas. Contudo, os resultados eram insuficientes e lentos.

Entre as diversas perdas, o maior impacto foi nas empresas que não faziam a prevenção da enfermidade subclínica. Em sistemas de produção semiprotegidos, não é evidente a sintomatologia clínica, mas as aves se infectam e perdem desempenho de maneira subclínica. Problema que persiste atualmente, mas em menor escala pela existência de tecnologia que garante a imunização de 100% das aves, o conceito de vacinas complexo imune.

Entretanto, a primeira grande mudança desde o surto da Doença de Gumboro foi a chegada das vacinas mais invasivas. Esse tipo de imunização era mais forte por possuir cepas vacinais com maior grau de replicatividade no organismo das aves. Por ser de aplicação via água para as aves beberem, aconteciam significativos erros operacionais durante armazenamento, preparação e aplicação.

Foi assim que, em seguida, vieram as vacinas da nova geração. Em 2005, surge o conceito atual de complexo imune e, em 2006. Popularmente conhecida como Transmune, a aplicação passou a ser via in ovo ou no primeiro dia de vida. Somente a vacina complexo imune comprovou ser totalmente protetiva, ou seja, apenas a Transmune interrompe eficazmente do ciclo da Doença de Gumboro.

"A Transmune veio para mudar totalmente o conceito do controle da Gumboro, até então só existiam as vacinas vivas que foram aumentando a sua patogenicidade para poder controlar o vírus. A Transmune veio cobrir uma lacuna já que a imunidade materna não era uniforme até então", afirma Luiz Matuguma, assessor técnico da Nova Produtos Agropecuários, que conhece a vacina desde o lançamento.

Em 2005, a partir do 1º lote de frangos vacinado com Transmune em várias regiões do país, a enfermidade foi prevenida em 100% dos diferentes sistemas de produção e situações epidemiológicas. Segundo Diogenes Braga, diretor da Usivet, a vacina viva liofilizada complexo-imune faz os produtores não se preocuparem com a Doença de Gumboro. "A segurança que os clientes possuem em utilizar a Transmune é impressionante a ponto de relatarem que pararam de se preocupar com a Gumboro", diz Braga.

Denis Ferreira, gerente de serviços de vacinação e equipamentos da Ceva Saúde Animal, salienta que, no mercado atual, a Transmune é a única vacina que consegue parar 100% do ciclo de Gumboro. O monitoramento, diagnóstico de enfermidades aviárias e serviços de vacinação que acompanham a Transmune são os responsáveis pela eliminação de erros operacionais. Assim, o conceito científico complexo imune não falha.

Sobre a Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal é atualmente a 5ª maior empresa de saúde animal do mundo. Presente em mais de 110 países, tem sua atuação focada na pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos farmacêuticos e biológicos para animais de companhia e de produção (bovinos, suínos, equinos e aves). A unidade de Aves é líder brasileira em vacinas aviárias. Mais informações disponíveis no site: www.ceva.com.br.



Fonte: Ceva Saúde Animal
Autor: Assessoria de Imprensa



COMENTÁRIOS






ÚLTIMOS CLIPPINGS













CLIPPINGS MAIS LIDOS
5 dias
30 dias
NOSSOS PARCEIROS
REVISTA ONLINE