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Prêmios da soja têm novo dia de altas e sobem mais de 3%

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 30/07/2020 |


Os prêmios da soja subiram mais uma vez no dia de ontem, quarta-feira (29), refletindo a demanda intensa e a falta de produto no país, e encerraram o dia com ganhos de mais de 3% no portos nacionais. Em Paranaguá, as principais posições de entrega - na ótica dos compradores - têm variado entre 135 e 145 centavos de dólar por bushel acima dos valores praticados na Bolsa de Chicago.

Como explicam analistas de mercado da Agrinvest Commodities, os valores sobem não só para a safra atual, mas também para a safra nova diante de uma disputa crescente pela oleaginosa brasileira.

"A melhora das margens de processamento no Brasil e também na China aumenta a concorrência pelo grão, puxando os prêmios", afirma a Agrinvest. E tem sido este o principal pilar para os preços no mercado brasileiro, uma vez que segue intensa a volatilidade do dólar frente ao real e das cotações na Bolsa de Chicago que ainda enfrentam dificuldade para consolidar uma alta.

Assim, cada vez mais o mercado brasileiro se mostra regionalizado, com um comportamento de preços que reflete cada situação de oferta e demanda. Nesta quarta, em São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul, o preço subiu 3,77% para R$ 110,00 por saca, enquanto se manteve estável nos R$ 105,00 em Tangará da Serra, Mato Grosso, ou registrando baixa de 0,98% em Luís Eduardo Magalhães, Bahia para R$ 101,00.

Os negócios, todavia, têm movimento mais lento agora. O produtor brasileiro já carrega altos percentuais de comercialização tanto na safra velha, quanto na nova e agora vai escalonando suas novas operações, observando a chegada de novas e melhores oportunidades.

BOLSA DE CHICAGO

Os preços da soja encerraram o pregão desta quarta-feira com baixas de 1,75 a 5,25 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 8,91 e o novembro, US$ 8,85 por bushel. E os traders operaram com cautela e estabilidade durante todo o dia.

"O mercado agrícola em Chicago manteve a falta de interesse na entrada de novas operações, uma vez que os fundamentos básicos não trazem nenhuma novidade significante", explicam os diretores da ARC Mercosul.

No radar, permanecem o andamento da demanda da China nos EUA o clima nos EUA, que continua a favorecer o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.

Assim, são necessárias novas notícias que possam movimentar efetivamente o mercado internacional da oleaginosa, como compras mais agressivas da China ou algum problema que possa ser identificado na nova safra dos EUA.

"A grande maioria do Cinturão Agrícola segue sob boas condições de desenvolvimento, o que deverão resultar em produtividades finais de 3% a 5% superiores às estimativas atuais", afirmam os diretores da ARC.



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Carla Mendes



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