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Soja em Chicago pode mudar patamar de preços com influência do mercado climático nos EUA a partir de junho

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP, 29/05/2020 |


Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram o dia em campo misto nesta quinta-feira (28), com pequenas baixas sendo registradas nas primeiras posições e pequenas altas nas mais distantes. O mercado caminhou de lado durante todo dia, se mantendo ainda bastante focado na demanda chinesa nos EUA.

Já no Brasil, os preços registraram seus melhores níveis na semana, com uma recuperação do dólar de parte das baixas dos últimos dias, segundo explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. A moeda americana subiu quase 2%, depois de seis sessões consecutivas de recuo, e terminou o dia valendo R$ 5,39.

Ainda assim, os negócios já são bem mais lentos do que os registrados há algumas semanas, dados os valores melhores que vinham sendo observados nos portos e interior do Brasil. "Os produtores já venderam muito. A mesma soja que está R$ 110,00 para outubro estava R$ 10,00 mais alta, nos melhores momentos que esses produtores já tiveram", diz Brandalizze.

A soja brasileira, com a recente baixa do câmbio, já se torna um pouco mais cara para os importadores, de US$ 0,15 a US$ 0,20 por bushel, com prêmios que já passam a ser mais altos também nos portos do Brasil do que no Golfo dos EUA. E a tendência é de que esses prêmios continuem a subir diante da pouca soja ainda disponível para comercialização no país.

Os atuais patamares variam entre, segundo Brandalizze, da 70 a 80 cents de dólar, com espaço para alcançarem US$ 1,00 por bushel acima dos valores praticados por Chicago.

MERCADO INTERNACIONAL

Com a demanda pela soja dos EUA ainda patinando, o mercado em Chicago ainda encontra obstáculos para uma recuperação mais sólida. No entanto, Vlamir Brandalizze acredita que a China não tem outra alternativa e precisará comprar mais soja dos EUA nos próximos meses diante de suas necessidades, da fase um do acordo e da falta de produto no Brasil.

"Com briga ou sem briga, os chineses vão continuar comprando soja nos EUA. O Trump bate, Chicago assusta um pouco, os preços caem, a China compra e assim segue", explica o consultor.

Mais do que as relações entre China e EUA, o mercado continuará a acompanhar uma demanda maior por alimentos que é de âmbito global, a retomada do petróleo e a pandemia do novo coronavírus começando a perder força em algumas partes do mundo.

"Os preços das commodities vão subir, a tendência da soja é de valorização, em dólares na Bolsa de Chicago nos próximos dias", diz o consultor. "O dólar deverá se acomodar e também ajuda".



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Aleksander Horta e Carla Mendes



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