Revista do AviSite
Revista do Ovo
Encartes Especiais
Notícias
Clippings
Informativo Semanal
Informativo Diário
Info Estatísticas
AviGuia
OvoSite
Trabalhos Técnicos
Legislação
Busca Avançada
Cadastre-se
Contato
Anuncie
Patrocinadores
Sexta-feira, 25/09/2020
Siga-nos:
Notícias Clippings Informativo Semanal Informativo Diário Info Estatísticas
CLIPPINGS
Soja: Mercado brasileiro inicia semana com preços estáveis

Categoria: Matérias-Primas

Campinas, SP , 21/01/2020 |


O mercado da soja começou a semana no Brasil com um ritmo um pouco mais lento dado o feriado do Dia de Martin Luther King nos EUA, o que manteve a Bolsa de Chicago fechada nesta segunda-feira (20). Tanto no interior, quanto nos portos, os preços não apresentaram variações expressivas.

As referências ainda se mantêm acima dos R$ 88,00 por saca para o produto disponível nos principais terminais de exportação, enquanto nas praças de comercialização os indicativos seguem variando entre R$ 76,00 e R$ 84,00.

A falta de referência internacional para os negócios manteve os produtores focados na alta do dólar - de mais de 0,50%. A moeda americana forte continua sendo um dos principais fatores de suporte aos preços da oleaginosa brasileira ao lado de uma demanda ainda forte no país e prêmios ao menos sustentados.

Além disso, o ritmo mais lento reflete também alguma "falta de interesse" do produtor em participar mais agressivamente do mercado neste momento. Há mais de 40% da safra 2019/20 já comercializada e o sojicultor agora espera conhecer melhor o potencial da sua safra, ao mesmo tempo em que analisa as próximas oportunidades que poderão se concretizar a frente.

"O mercado da soja nesta nova semana deverá continuar mostrando negócios pontuais, porque ainda tem muito grão para ser entregue de contratos antecipados e, assim, o pouco que chegará livre estará nas mãos de produtores mais capitalizados e que mostram pouco interesse em vender neste momento", diz o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting.

O executivo explica ainda que há um leve atraso na chegada da nova safra de cerca de duas semanas em relação ao ano anterior. "Assim, a colheita forte vai se dar em fevereiro e março, fazendo com que janeiro siga com fechamentos das mãos para boca".

Há ainda a expectativa de que o mercado internacional também possa vir a registrar melhores patamares de preços na Bolsa de Chicago na medida em que as compras chinesas comecem a ser efetivadas no mercado norte-americano.

A fase um do acordo comercial entre a China e os Estados Unidos foi firmada e oficializada na última semana, porém, sem trazer muitos detalhes para o comércio da soja entre os dois países. E enquanto ações efetivas não aparecem, a competitividade da soja brasileira segue mantida e ainda trazendo importantes margens de lucro ao produtor nacional.

Mais do que exportações fortes, o mercado brasileiro conta também com uma demanda interna forte. O setor do biodiesel deverá exigir ao menos mais 600 mil toneladas de óleo de soja - ou cerca de 4 milhões de toneladas do grão - e no setor de rações, o consumo também espera crescimento diante do bom momento do setor das proteínas animais.

"Esse deverá ser um ano de esmagamento recorde e com boa valorização dos subprodutos da soja - farelo e óleo - há mais um suporte para os preços do grão", explica Brandalizze.



Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Carla Mendes





COMENTÁRIOS






ÚLTIMOS CLIPPINGS













CLIPPINGS MAIS LIDOS
5 dias
30 dias
NOSSOS PARCEIROS
REVISTA ONLINE

Clique acima para acessar o leitor digital ou abaixo para Download do PDF