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Demanda chinesa por pé de frango valoriza exportações da Zanchetta

Categoria: Empresas

São Paulo, SP, 14/01/2020 |


A Zanchetta Alimentos, de Boituva (SP), embarcará nesta semana a primeira carga de carne de frango da empresa à China. O frigorífico foi habilitado em novembro do ano passado e o primeiro lote negociado diretamente com os chineses é de 500 toneladas.

“É um começo e uma forma de agregar valor à exportação de cortes como patas, por exemplo, pelos quais recebemos menos em outros mercados e que têm pouca demanda no Brasil”, disse, em entrevista ao Valor, o presidente e fundador da empresa, José Carlos Zanchetta.

O país asiático é o principal destino das exportações de carne de frango do Brasil. No ano passado, os frigoríficos brasileiros enviaram 585,3 mil toneladas aos chineses, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Na comparação com 2018, os embarques aos chineses cresceram 34%, na esteira da demanda provocada pela epidemia de peste suína africana que atingiu o país.

De acordo com Zanchetta, a China consome principalmente cortes como patas, asa, coxa e sobrecoxa, que são menos valorizados no mercado interno. A companhia já enviava esse tipo de produto para outros países, como África do Sul. No entanto, os chineses pagam melhor. No caso das patas, a diferença entre o valor pago pelos chineses e pelos sul-africanos, por exemplo, chega a US$ 1 mil por tonelada, ressaltou.

No segmento de carne de frango, a Zancheta exporta 20% do que produz para Oriente Médio, Ásia, África do Sul, Chile, México e Canadá, com receita aproximada de US$ 80 milhões anuais. Na área de carne bovina, 30% do volume produzido é enviado para o exterior. “Hoje, o mercado externo representa entre 20% e 30% do faturamento. Acredito que as exportações devem se limitar a 40%”, disse o empresário, ressaltando que abastecer o mercado interno é parte da estratégia da companhia.

Em 2020, avaliou Zancheta, as exportações serão importantes para as contas da empresa. “Este ano será de custos mais elevados, por causa da alta dos preços do milho, mas o mercado estará equilibrado com o aumento das exportações e também da demanda interna”, afirmou. Em 2018, a Zanchetta faturou cerca de R$ 1 bilhão. O grupo, que está investindo R$ 730 milhões na construção de um complexo avícola em Conchal, ainda não fechou o balanço com os resultados de 2019.

Quinto maior exportador de carne de frango do país, São Paulo tem quatro plantas habilitadas a embarcar aos chineses e respondeu por 3,2% das exportações brasileiras ao país asiático no ano passado, com 18,9 mil toneladas. A expectativa é ampliar o número de frigoríficos do Estado autorizados. Conforme o presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe SP), Wilson Mello, outras duas companhias do Estado estão recebendo suporte da agência, que é vinculada ao governo paulista, para obter a autorização das autoridades chinesas.



Fonte: Valor Econômico
Autor: Marcela Caetano



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