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Grãos encerram o dia em queda em Chicago


Milho, soja e trigo recuaram nesta segunda-feira

Campinas, 10/08/2021


Os grãos iniciaram a semana em queda na bolsa de Chicago, influenciados por indicadores fracos sobre a atividade econômica da China. Os dados acenderam um alerta entre os investidores de uma possível desaceleração do país, o que desencadeou um movimento de realização de lucros no mercado financeiro.

No caso do milho, também pressionou as cotações a notícia de que houve chuvas consistentes em parte do cinturão de grãos dos Estados Unidos durante o fim de semana. Com isso, o vencimento do cereal para dezembro, papel de maior liquidez, recuou 0,49% (2,75 centavos de dólar), a US$ 5,5375 o bushel.

O mercado segue apreensivo para saber os efeitos da seca nos EUA sobre a produtividade das lavouras. A atualização desse dado é um dos pontos mais aguardados do relatório de oferta e demanda que o Departamento de Agricultura do país (USDA) divulgará na quinta-feira.

“Os preços do milho e da soja continuam oscilando antes do relatório do USDA, com um cenário que pode ser ruptura em uma direção ou outra, mas os traders ainda não têm clareza sobre qual será”, disse Arlan Suderman, da StoneX, à Dow Jones Newswires. “As avaliações da safra de hoje podem dar alguma clareza antes do relatório da safra de quinta-feira”.


Depois de três altas seguidas, a soja passou por realização de lucros. O contrato para novembro, o mais negociado atualmente, recuou 0,52% (7 centavos de dólar), a US$ 13,2975 o bushel. No início do dia, um novo registro de venda de soja americana fez os preços ensaiarem uma alta. Porém, no decorrer da sessão, a notícia não foi suficiente para segurar a valorização.

Assim como ocorreu nos últimos dois dias, o USDA reportou vendas de soja para destinos não revelados — que o mercado pressupõe ser a China. Dessa vez, foram 104 mil toneladas, que se somaram às 431 mil da semana passada.

Por outro lado, as importações chinesas de soja somaram 8,67 milhões de toneladas em julho, 14,1% menos que no mesmo mês do ano passado, informou a agência Reuters. Mesmo com a queda, alguns analistas acreditam que as exportações americanas seguirão firmes.

“Isso não representa nenhum problema para os exportadores dos EUA inicialmente, já que a próxima safra ainda está nos campos e só estará pronta para exportação no outono”, disse o Commerzbank, em relatório.

O trigo acompanhou o desempenho de soja e milho. O contrato para setembro, atualmente o mais negociado, cedeu 1,08% (7,75 centavos de dólar), a US$ 7,1125 o bushel. O vencimento seguinte, para dezembro, recuou 1,09% (8 centavos de dólar), a US$ 7,2525 o bushel.

Nas negociações do cereal, os investidores ainda buscam um valor de acomodação após a perspectiva de produção mundial ter sido drasticamente reajustada nas últimas semanas.


Fonte: Valor Econômico
Autor: Rikardy Tooge e Fernanda Pressinott






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