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Commodities: Grãos recuam em dia de realização de lucros em Chicago


Soja, milho e trigo recuaram na sessão do último dia útil de julho

São Paulo, SP, 02/08/2021


Após as altas recentes das cotações de soja, milho e trigo, o dia 30 de julho foi de realização de lucros na bolsa de Chicago, em meio a notícias sobre chuvas em parte do cinturão de grãos dos Estados Unidos.

A soja "devolveu" praticamente toda a alta acumulada na semana. O contrato para novembro, o mais negociado, caiu 2,07% (28,5 centavos de dólar), a US$ 13,4925 o bushel. Na sexta-feira passada, o vencimento estava em US$ 13,5175.

Além do quadro climático, a sessão foi marcada também por aversão a investimentos de maior risco, segundo Guilherme Bellotti, gerente de consultoria agro do Itaú BBA. “Soja e milho voltaram cair com base em uma leitura de clima um pouco mais favorável para as próximas semanas nos Estados Unidos, além de um movimento de aversão ao risco do mercado com os temores de uma ofensiva regulatória da China sobre os setores de educação, tecnologia e imóveis”, disse ele ao Valor.

O milho para dezembro fechou em queda de 2,02% (11,25 centavos de dólar), a US$ 5,4525 o bushel. “No caso do milho, não se pode deixar de mencionar também a influência no mês da redução da posição líquida comprada dos fundos no mercado, que caiu 22,1 mil contratos entre o fim de junho e o dia 20 de julho [último dado disponível]”, prossegue Bellotti.

“Apesar da grande volatilidade observada ao longo do mês, as cotações de soja e milho fecharam julho em queda, quando comparadas ao fim do mês anterior. Pesaram sobre os preços a redução da velocidade das contratações de exportação para as duas commodities – o que, de certa forma, pode trazer algum alívio para o quadro apertado de oferta e demanda norte-americano”, conclui.

Para agosto, o mercado seguirá novamente atento ao clima na safra americana, além de começar a projetar o próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura do país (USDA), que atualizará suas estimativas de produtividade para o ciclo 2021/22 – o documento será publicado no dia 12. A partir dele, será possível ter maior noção do efeito da seca sobre a safra.

Por fim, o trigo não resistiu à onda de realização de lucros, mesmo com fundamentos mais sólidos. O contrato para setembro, atualmente o mais negociado, cedeu 0,21% (1,5 centavo de dólar), a US$ 7,0375 o bushel. O vencimento seguinte, para dezembro, caiu 0,11% (0,75 centavo de dólar), a US$ 7,130 o bushel.

Queda à parte, para o trigo, as projeções de oferta global vêm sendo gradualmente ajustadas para baixo. Isso tirou um pouco da perspectiva de oferta confortável que havia para a safra 2021/22, o que limitou uma desvalorização maior do cereal na sessão.

Na última quinta-feira, 29 de julho, o Conselho Internacional de Grãos (IGC) diminuiu suas previsões para as safras de trigo dos Estados Unidos na primavera e do Canadá em 3,6 milhões e 3,8 milhões de toneladas, respectivamente.

“Houve um leve ajuste para cima das safras na UE, Argentina e Austrália, mas não foi suficiente para compensar totalmente essa queda. Isso transformará o já pequeno superávit global em 2021/22 em apenas um aumento marginal de menos de 1 milhão de toneladas”, disse o Commerzbank, em relatório.


Fonte: Valor Econômico
Autor: Rikardy Tooge e Camila Souza Ramos






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