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Milho começa a 6ª feira estendendo perdas na B3




Campinas, SP, 20/11/2020


A sexta-feira (20) começa com novos recuos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,32% e 0,74% por volta das 09h07 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 78,32 com queda de 0,53%, o março/21 valia R$ 78,07 com perda de 0,74%, o maio/21 era negociado por R$ 73,61 com baixa de 0,32% e o julho/21 tinha valor de R$ 66,80 com estabilidade.

Os contratos do cereal brasileiro estendem as desvalorizações após fecharem o último pregão caindo 1,70% para o janeiro/21, 1,63% para o março/21 e 0,49% para o maio/21.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro largaram em alta nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 4,50 e 5,75 por volta das 08h58 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,27 com elevação de 4,50 pontos, o março/21 valia US$ 4,32 com ganho de 5,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,35 com valorização de 5,75 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,35 com alta de 5,75 pontos.

Segundo informações do internacional Successful Farming, o milho eu um salto durante a noite, enquanto os investidores corriam de volta ao mercado com o otimismo de que a demanda seguirá elevada.

O relatório semanal de vendas de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na última quinta-feira, mostrou que as vendas de milho foram maiores do que o esperado. As vendas de milho estão em 35,3 milhões de toneladas, um salto de 166% em relação ao mesmo período de 2019.

A publicação destaca ainda que, os comerciantes também estão de olho no clima no Brasil. “Cerca de 40% das áreas de cultivo de soja e milho do país sul-americano estão enfrentando um déficit de precipitação e o estresse se reconstruirá "rapidamente" se um padrão de clima mais seco ocorrer nas próximas duas semanas”, de acordo com o Commodity Weather Group.


Fonte: Noticias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti






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