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Milho se valoriza no Brasil com alta demanda vinda das rações




Campinas, SP, 28/10/2020


Ontem, a terça-feira (27) chegou ao final com os preços do milho subindo no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

Já as valorizações apareceram em Cândido Mota/SP, Pato Branco/PR (0,73% e preço de R$ 68,70), Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Eldorado/MS, Campinas/SP (1,19% e preço de R$ 85,00), Porto Paranaguá/PR (1,30% e preço de R$ 78,00), Rio Verde/GO, Londrina/PR, Dourados/MS , Palma Sola/SC, São Gabriel do Oeste/MS, Brasília/DF (3,79% e preço de R$ 68,50), Itapetininga/SP, Jataí/GO.

De acordo com reporte diário da Radar Investimentos, de maneira geral, os negócios no mercado físico são pontuais e as ofertas limitadas nas praças paulistas.

No Mato Grosso, por exemplo, os preços do milho registravam novas valorizações durante a semana e chegaram ao patamar recorde no estado de R$ 62,59 a saca. As altas foram percebidas mesmo após a retirada da TEC de importação do milho pelo Governo Federal, o que poderia aumentar a oferta do cereal e conter a escalada nos preços.

“O Mato Grosso não sentiu especulações negativas nos preços durante a semana passada, como era esperado pelo mercado após a ação do Governo, ao contrário, o preço se elevou 9,26% no comparativo semanal”, diz o Imea.

Enquanto isso, o Paraná já plantou 92% das lavouras de milho verão contra as 86% da semana anterior. Dessas áreas, 10% ainda estão em germinação, 89% estão em descanso vegetativo e 1% já entrou em floração.

B3

Os preços futuros do milho operaram durante todo o dia subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,87% e 1,82% por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 84,87 com ganho de 1,47%, o janeiro/21 valia R$ 85,37 com valorização de 1,82%, o março/21 era negociado por R$ 83,95 com elevação de 1,43% e o maio/21 tinha valor de R$ 77,67 com alta de 0,87%.

O analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destaca que estamos na última semana de outubro quando há muita demanda pelo mercado de ração e pela alta demanda no setor do ovo, estimulado pelas altas das carnes.

“Muita ração está sendo produzida neste momento, muita ração vai ser produzida em novembro e precisa comprar agora. Isso acaba pressionando o mercado do milho na B3 no curto prazo”, diz Brandalizze.

Outro ponto apontado pela analista é o atraso no plantio da soja que pode impactar na safrinha de 2021. “O mercado já vai se protegendo de maio para cima e já temos muito milho da nova safrinha já negociado que precisa ser plantado e precisa ser colhido”.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro perderam força ao longo da terça-feira e caíram na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações negativas entre 1,75 e 2,25 pontos ao final do dia.

O vencimento dezembro/20 foi cotado à US$ 4,16 com baixa de 1,75 pontos, o março/21 valeu US$ 4,16 com queda de 2,00 pontos, o maio/21 foi negociado por US$ 4,17 com desvalorização de 2,25 pontos e o julho/21 teve valor de US$ 4,17 com perda de 2,00 pontos.

Esses índices representaram baixas, com relação ao fechamento da última segunda-feira, de 0,24% para o dezembro/20, de 0,48% para o março/21, de 0,48% para o maio/21 e de 0,48% para o julho/21.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram moderadamente na terça-feira, corroendo de forma constante à medida que a sessão avançava após algumas vendas técnicas e realização de lucros. Os preços permanecem próximos às máximas de 14 meses, no entanto.

A colheita do milho estava 72% concluída até o último domingo (25), ante 60% na semana anterior e bem à frente da média dos últimos cinco anos de 56%. Os analistas esperavam um ritmo ligeiramente mais rápido, com uma estimativa média de comércio de 73%. Dos 18 principais estados de produção, apenas Michigan (34%), Ohio (32%) e Wisconsin (40%) ainda não chegaram à metade.


Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti






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