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Arroba de R$ 270,00 para boi China já é realidade em SP




Campinas, SP, 20/10/2020


Negócios para os animais com padrão exportação estão sendo realizados a R$ 270,00/@ no estado de São Paulo, mas a tendência é que os preços fiquem acima desse patamar ao longo desta semana. Para esse último bimestre, a expectativa é que a potência asiática aumente o volume importado de proteína do Brasil já que precisa preencher um déficit de até 10 milhões de toneladas.

Segundo o Analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o animal destinado ao mercado interno também tem registrado valorizações nas cotações. “Em São Paulo, estão ocorrendo negócios a partir de R$ 260,00/@ a R$ 265,00/@ conforme o acabamento do animal. O spread entre o mercado doméstico e externo está distante devido à demanda Chinesa”, comenta.

Algumas indústrias frigoríficas que atuam na exportação estão recebendo consulta para ampliar o volume de vendas com destino ao mercado chinês. “Por isso, não devemos ter uma pressão baixista nos preços tão cedo. Vale lembrar que esse movimento não fica restrito apenas a pecuária, mas sim a todo o setor de carnes brasileiras”, ressalta.

No atacado, a referência para o traseiro está ao redor de R$ 19,50/kg e significa que o consumidor final tem absorvido os preços atuais. “Nós também já observamos um movimento de migração para outras culturas, principalmente a carne de frango. O consumidor final pode não ter tanta capacidade para absorver tantos reajustes da carne bovina”, relata.

A reabertura dos comércios na praça paulista tem contribuído para o enxugamento da produção no mercado interno. “Isso motivou o aumento nos preços dos cortes traseiros com os bares e restaurantes refazendo seus estoques, isso gera uma demanda adicional por cortes nobres”, reporta.

Do lado da oferta, o analista aponta que o mercado está dependendo do volume de animais do confinamento. “As pastagens estão deteriorada no Centro-Oeste e isso acaba atrasando a engorda dos animais de pasto. Nós acreditamos que esses gados vão estar prontos para o abate somente só no primeiro trimestre do ano que vem e deve gerar uma lacuna de oferta em um momento de demanda aquecida”, afirma.


Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Aleksander Horta e Andressa Simão






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