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Atualizações da SECEX confundem acompanhamento das exportações de carnes




Campinas, 11/09/2020 | 06:19 -


Não só a avicultura, mas também a suinocultura e a pecuária de corte devem estar enfrentando problemas para a acompanhar a real evolução das exportações de carnes no corrente exercício. Porque os tradicionais e fundamentais bancos de dados perderam, no caso das exportações, sua função original, que é a de servir de parâmetro para o acompanhamento da evolução de um setor, segmento ou produto. Culpa de atualizações retroativas e extemporâneas efetuadas pela SECEX. Sem que o usuário da informação tenha sido alertado a respeito.

Tome-se, como rápido exemplo, as exportações de carnes in natura de agosto do ano passado, ou seja, de 2019. Pelos dados então divulgados pela SECEX e publicados pelo AviSite, naquele mês foram exportadas pouca mais de 474 mil toneladas das três carnes. Porém, pelas novas informações, apresentadas agora em setembro, as exportações de carnes daquele mês ultrapassaram as 518 mil toneladas, o que significa que foram quase 10% maiores que o originalmente divulgado.



Isso, naturalmente, interfere diretamente na avaliação do comportamento das exportações do corrente exercício. Quer dizer: pode-se estar trabalhando em cima de um aumento que na verdade não ocorreu ou, então, em um nível de expansão menor que o apontado.

A tabela a seguir mostra o reflexo disso nas exportações de carne de frango dos 12 meses transcorridos entre setembro de 2018 e agosto de 2019, bem como os efeitos sobre os resultados dos 12 meses subsequentes (setembro de 2019 a agosto de 2020).

A primeira constatação é a de que as atualizações começam a ocorrer a partir de janeiro de 2019. Com variações incipientes no princípio, mas significativas nos últimos meses.

A outra constatação (esta crucial) é a de que em vez de terem crescido perto de 2% neste ano, as exportações de carne de frango “podem” ter sofrido ligeiro retrocesso. Pois nada impede que novas atualizações sejam introduzidas por parte da SECEX.

Ainda, porém, que se confirme a última informação – de pequeno decréscimo no volume – isto não significa que as exportações de 2020 caminhem mal, pelo contrário. O dado anterior é que foi atualizado para cima. E, considerados os efeitos da pandemia sobre o comércio internacional (fechamento de portos, paralisação do transporte), a simples manutenção dos mesmos níveis de 2019 deve ser aceita como excepcional. Afinal, o ano está sendo marcado por uma recessão mundial generalizada.



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Fonte: AviSite
Autor: Redação






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