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Alta oferta internacional inibe valorização das carnes suína e de frango




Campinas, 08/11/2019 | 08:01

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Não chega a representar novidade: depois de encerrar 2018 com uma queda de, praticamente, 3% sobre o ano anterior, o índice de preços da FAO para as carnes é um dos que vêm aumentando mais rapidamente em 2019 e agora acumula (10 meses) alta próxima de 7%.

Mas há, sim, novidades no setor. Consubstanciada no fato de a carne bovina permanecer em contínua valorização, enquanto a carne suína – a “bola da vez” no comércio internacional do produto – permanece em relativa estabilidade desde junho passado (cinco meses).

Não que os preços da carne suína estejam alheios aos atuais movimentos de mercado. Nos últimos 12 meses aumentaram 22%, contra apenas 12% de aumento da carne bovina. Mas nos últimos cinco meses permanecem na mesma faixa de preços (entre 141 e 142 pontos), sem variações significativas de um mês para outro. Enquanto isso a carne bovina saltou de 209 pontos (junho) para pouco mais de 221 pontos (outubro) – desempenho que corresponde a uma variação próxima de 6% e a ganhos de quase 1,5% ao mês.

O comportamento da carne de frango não chega a ser muito diferente do demonstrado pela carne suína. Pois apesar de seus preços virem variando numa amplitude mais ampla (faixa entre 170 e 176 pontos) enfrentam altos e baixos que neutralizam os pequenos ganhos anteriores. Tanto que, em outubro passado, o preço alcançado registrou variação de apenas meio por cento em relação a maio.

Justificando essa diferença de comportamento, a FAO comenta que, embora flutuante, permanece a demanda por carne bovina, sustentada sobretudo pela China. Já a carne suína – que também experimenta demanda, aparentemente em nível superior ao da carne bovina – tem sofrido aumentos pouco expressivos devido à alta disponibilidade do produto por parte de países exportadores como o Brasil. Por fim, a carne de frango – que voltou a perder preço em outubro – padece os efeitos de uma oferta bastante elevada da parte dos principais países produtores. Ou seja, também do Brasil.



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