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Desempenho externo das carnes em julho de 2019




Campinas, 02/08/2019 | 07:18

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Como, no quesito “dias úteis”, julho passado foi 21% mais longo que o mês anterior (23 contra 19 dias úteis de junho), contava-se que isso redundaria em exportações proporcionalmente maiores.

Mas apenas os embarques de carne bovina apresentaram crescimento próximo do índice apontado, aumentando quase 16% em relação a junho. Já o volume de carne suína aumentou menos de 7,5%, enquanto o de carne de frango apresentou ligeira redução – de 0,14%. Com isso, o total de carnes in natura embarcadas no mês aumentou apenas 4%.

No tocante ao preço médio, só as carnes bovina e de frango registraram evolução positiva – de 3,29% e 3,81%, respectivamente. O da carne suína recuou quase meio por cento.

A despeito desses contratempos, a receita cambial das três carnes aumentou em relação ao mês anterior. A da carne suína em 7%, a da bovina em quase 20% e da carne de frango em pouco mais de 3,6%.

Comparativamente a julho de 2018, chama a atenção a forte redução de volume (18,5% a menos) da carne de frango. Mas a queda, se realmente ocorreu, deve ter sido significativamente menor, pois o volume de um ano atrás foi inflado por embarques não contabilizados do mês anterior.

De toda forma, a carne de frango não ficou sozinha nessa redução, pois os embarques de carne bovina também recuaram (pouco mais de 1,3%). Assim, apenas a carne suína registrou aumento de volume (próximo de 5%) em relação a julho do ano passado. Mas esse incremento foi insuficiente para impedir que o volume total das três carnes sofresse refluxo em comparação a julho de 2018.

No mês, melhoraram os preços da carne suína (+23,73%) e da carne de frango (+12,27%). Ou seja: a carne bovina continuou com preço inferior ao de um ano atrás, o valor recebido em julho deste ano sendo quase 5% inferior.

Como corolário desses desempenhos, a carne suína foi a única a registrar aumento na receita cambial, em valor próximo de 30%. Mas embora expressivo, esse ganho foi insuficiente para reverter o resultado negativo na receita cambial das três carnes (menos 4,5%), porquanto a receita da carne bovina recuou mais de 6% e a da carne de frango quase 8,6%.




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