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Desempenho externo das carnes na primeira semana de julho de 2019




Campinas, 10/07/2019 | 07:32

Fonte: AviSite | Autor: Redação

À primeira vista as exportações de carnes iniciaram o segundo semestre com desempenho muito aquém das expectativas, porquanto a receita cambial da primeira semana de julho (1 a 6, cinco dias úteis) apresentou resultado negativo em relação tanto ao mês anterior (queda de 0,61%) quanto ao mesmo mês do ano passado (redução próxima de 1%).

Devagar com as conclusões, porém. Pois, independente até de novas reduções da receita cambial nesta e nas próximas semanas, os embarques de julho corrente podem, no acumulado, superar o que foi alcançado nos dois meses citados. Simplesmente porque este é, até aqui, o mês com maior número de dias úteis de 2019: 23 ao todo, contra apenas 19 de junho passado e 22 de julho de 2018.

Isso, aliás, fica mais claro quando na análise das projeções de exportação para o corrente mês a partir do que foi exportado nos primeiros cinco dias úteis de julho (gráfico abaixo à direita). Neste caso o volume embarcado de carne suína pode aproximar-se das 70 mil toneladas, o de carne bovina de 130 mil toneladas e o de carne de frango de 400 mil toneladas, resultados que correspondem a aumentos de, respectivamente, 25%, 16% e 11,5% sobre junho último.

Já na comparação com julho do ano passado apenas a carne suína registrará aumento – de pouco mais de 22%. Ou seja: por ora, as carnes bovina e de frango sinalizam redução em relação ao registrado há um ano – a carne bovina, de 1%; e a carne de frango de, praticamente, 9%.

Mas, novamente, devagar com as conclusões. Pois os resultados de um ano atrás sofreram distorções em decorrência da adoção de nova sistemática de contabilização das exportações por parte da SECEX. E o caso mais gritante é o da carne de frango que, depois de ter retrocedido ao menor volume mensal em mais de uma década (cerca de 232 mil toneladas em junho de 2018, considerados os quatro principais itens exportados), registrou no mês seguinte, julho, o maior volume de todos os tempos (perto de 455 mil toneladas ou quase 100% de aumento de um mês para o outro).

Fica claro, em síntese, que o excepcional resultado de julho de 2018 foi artificialmente inflado por sobras do mês anterior. Assim, é muito provável que, na prática, os números finais de julho corrente sejam superiores ao que foi efetivamente exportado há um ano.



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