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Desempenho exportador das carnes na primeira semana de junho




Campinas, 11/06/2019 | 07:26

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Será natural – à medida que o mês avança – uma diluição dos resultados relativos à semana inicial do mês, normalmente “engordados” por restos ainda não contabilizados do mês anterior. De toda forma, os primeiros números da SECEX/ME relativos à primeira semana de junho se encontram bem mais dentro da normalidade que os apresentados em meses anteriores.

Em outras palavras, a receita média diária alcançada nos cinco primeiros dias úteis do mês – US$73,851 milhões –ainda é elevada. Mas não é muito diferente, por exemplo, dos US$73,713 milhões de setembro de 2018.

Por ora, essa receita se encontra 18,5% acima da alcançada em maio passado. Mas ainda que esse índice se mantenha no decorrer do mês, o incremento no acumulado de junho será significativamente menor, em função de seu menor número de dias úteis (apenas 19, contra 22 dias úteis de maio).

Sob esse aspecto e no tocante ao volume exportado, a única carne com tendência de maior embarque no mês é a de frango. Pois as pouco mais de 401 mil toneladas ora projetadas para a totalidade do mês significam aumento de quase 15% sobre as 351 mil toneladas apontadas pela SECEX/ME para maio de 2019.

Já as carnes suína e bovina tendem – por ora – a uma variação negativa no volume importado. A suína, de 13,5% (58,7 mil toneladas no mês anterior; 50,8 mil toneladas na projeção atual). E a bovina, de quase 7% (123,3 mil toneladas há um mês; 115 mil toneladas na primeira projeção).

Caberia analisar, ainda, as variações em relação a junho de 2018. Mas os resultados de um ano atrás não são um bom referencial, pois na época a SECEX começava a adotar uma nova sistemática de acompanhamento das exportações e, por isso, muitos dos resultados do mês só foram contabilizados no mês seguinte.

A propósito basta observar (gráfico abaixo) que a receita média diária de junho de 2018, de pouco mais de US$33,129 milhões, ficou a menos da metade do resultado obtido no mês seguinte (um diferencial nunca registrado anteriormente), como também correspondeu ao pior resultado obtido pelas carnes nos últimos 10 anos.

Em função disso, as comparações anuais – todas registrando altíssimos níveis de aumento – ficam prejudicadas.



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