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Juntos, EUA e BRASIL continuam exportando o mesmo volume de seis anos atrás




Campinas, 23/05/2019 | 07:25

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Nas projeções do Departamento de Agricultura dos EUA, de 2013 para 2018 as exportações mundiais de carne de frango aumentaram cerca de 10%, passando de 10,2 milhões de toneladas para mais de 11,2 milhões de toneladas.

Porém, tal incremento não foi capitalizado pelos dois maiores exportadores mundiais, Brasil e EUA. Pois, somadas as exportações dos dois países, o crescimento observado girou em torno de “zero”, permanecendo em faixa próxima dos 7 milhões de toneladas (média anualizada de 6,919 milhões/t entre janeiro de 2013 e março de 2019 – 75 meses).

Como mostra o gráfico abaixo, como efeito do surto de Influenza Aviária que atingiu o país no segundo semestre de 2014, no final daquele ano as exportações dos EUA passaram a regredir, atingindo seu menor nível em meados de 2016.

Aparentemente, essa perda beneficiou exclusivamente o Brasil, pois suas exportações nesse período aumentaram em proporção inversa à redução dos EUA. Mas não houve expansão de mercados, pois o volume global dos dois países permaneceu no mesmo nível de 2014.

A partir de meados de 2016 inicia-se trajetória inversa – de recuperação das exportações norte-americanas e de retrocesso nas exportações brasileiras. No caso brasileiro, um processo que antecedeu a deflagração da Operação Carne Fraca (março de 2017) e que, aparentemente, foi pouco afetado por ela (ou, então, foi neutralizado pelos esforços conjuntos do poder público e do setor privado).

Considerados os últimos dados divulgados pelo USDA para as exportações dos EUA (março de 2019), constata-se que as exportações anualizadas conjuntas dos dois países somaram, naquele mês, cerca de 6,950 milhões de toneladas – quase o mesmo volume registrado em março de 2014, cinco ano atrás.

Apesar, no entanto, do crescimento “zero” nas exportações conjuntas, nota-se que as exportações norte-americanas permanecem abaixo do patamar alcançado entre 2013 e 2014. Já as exportações brasileiras, apesar de virem em decréscimo, continuam acima do registrado naquele biênio.

Assim, comparativamente a média de 2013, na média dos três primeiros meses de 2019 os EUA registram volume 3,29% inferior, enquanto o Brasil apresenta expansão de 6,89%.



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