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Matrizes de corte: alojamento quase estagnado na década




Campinas, 10/08/2018 | 07:11

Fonte: AviSite | Autor: Redação

De acordo com o Relatório Anual da ABPA, em 2017 foram alojadas no Brasil cerca de 50,2 milhões de cabeças de matrizes de corte, meio por cento a menos que em 2016. Comparativamente ao recorde que permanece desde 2015 – pouco mais de 50,7 milhões de matrizes de corte – a redução não vai muito além de 1%.

Como se constata, o alojamento permanece estabilizado, situação que se confirma quando a comparação retrocede a 2008. Ou seja: a média dos últimos três anos (perto de 50,5 milhões de cabeças) se encontra apenas 4% acima do que foi então alojado (48,6 milhões de cabeças), resultado que configura expansão de apenas 0,36% ao ano entre 2008 e a média do último triênio.

É, portanto, uma quase estagnação, situação que difere totalmente daquela observada nos 10 anos anteriores (1998/2007), período em que o alojamento passou de 25,1 milhões para 42,5 milhões de matrizes, registrando um aumento próximo de 70% - índice que significou expansão de pouco mais de 6% ao ano, contra apenas 0,36% ao ano na década seguinte.

Naturalmente, parte dessa estabilidade nos alojamentos vem sendo compensada pelo aumento de produtividade das atuais reprodutoras, com melhoras de desempenho que são mais visíveis no peso do frango. E isso é demonstrado, por exemplo, nos levantamentos trimestrais do IBGE relativos aos abates de frango em estabelecimentos sob inspeção.

Assim, correlacionando número de cabeças abatidas e peso de carne delas decorrente constata-se que enquanto em 1998 o peso médio por cabeça abatida ficou em 1,905 quilo, em 2017 chegou a 2,330 quilos, resultado que significa aumento superior a 22% em duas décadas.

Isso, em suma, indica que embora o alojamento esteja, hoje, estagnado, proporciona muito mais carne que há dez ou vinte anos atrás. De toda forma é preciso reconhecer que, frente às condições econômicas brasileiras e à situação do mercado internacional (que, de acordo com a ABPA, em 2017 absorveu um terço da produção brasileira de carne de frango), não há no momento espaço para qualquer evolução desses alojamentos.







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