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Carne de frango: as dúvidas presentes nos números da SECEX




Campinas, 06/07/2018 | 08:16

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Complementando dados iniciais divulgados pela SECEX/MDIC, a ABPA informou que em junho passado, fechando o primeiro semestre de 2018, as exportações brasileiras de carne de frango (todos os itens exportados contabilizados) somaram 234,1 mil toneladas, resultado 36,9% inferior ao registrado um ano antes, quando os embarques chegaram às 370,9 mil toneladas. Em relação ao mês anterior (333,2 mil toneladas em maio), a redução foi de, praticamente, 30%.

Explicando a redução de quase 100 mil toneladas ocorrida de maio para junho, a ABPA observou que é resultado direto dos bloqueios nas estradas e da paralisação dos portos ocorridos durante o movimento dos caminhoneiros: “Houve uma queda generalizada nos volumes embarcados para todos os mercados importadores”, comentou Francisco Turra, presidente da ABPA.

Mesmo que seja essa a correta e única explicação para os baixos resultados do mês, a SECEX/MDIC continua devendo alguma explicação acerca dos números divulgados. Sobretudo porque, aparentemente, perderam o “timing” antes apresentado.

Explicando: como têm divulgação quase semanal, os dados da SECEX/MDIC permitem que se acompanhe, também – semana a semana – a média dos embarques diários. Assim, por exemplo, nas primeiras 25 semanas de 2018 (de janeiro até a penúltima semana de junho), o volume de produto in natura embarcado variou de um máximo de 20.920 toneladas/dia (3ª semana de fevereiro) a um mínimo de 8.940 toneladas/dia (3ª semana de abril, quando a UE embargou produtos de duas dezenas de frigoríficos brasileiros).

Já o resultado da última semana de junho foge totalmente às médias até então registradas. Pois os embarques dos cinco dias úteis do período ficaram limitados a 3.822 toneladas diárias, quase três quartos menos (-73,5%) que a média das 25 semanas anteriores.

Vá lá que isso pode ser decorrência da greve dos caminhoneiros. Mas na última semana de junho, um mês depois de deflagrado o movimento?

Em síntese, parecer haver aí um até agora inexplicável “delay” na transmissão da informação. O que, se verdadeiro, faz com que os dados da SECEX/MDIC percam o referencial que apresentavam até recentemente.

Em abril deste ano, por exemplo, as 191.434 toneladas acumuladas nas três primeiras semanas do mês (15 dias úteis) sinalizavam para todo o período (21 dias úteis) cerca de 268.000 toneladas. Ao final, chegou-se às 252.046 toneladas, apenas 6% menos que o previsto. Foi um bom indicador.

Já em junho último, o total acumulado em quatro semanas (199.799 toneladas em 16 dias úteis) sugeria que se pudesse encerrar o semestre (21 dias úteis) com algo em torno das 262 mil toneladas. Mas o resultado divulgado (218.910 toneladas de produto in natura) significou que ficamos mais de 16% aquém do que vinha sendo previsto. Ou seja: perdeu-se todo o referencial anterior.







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