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Abates sob SIF recuaram quase 10% no 1º trimestre de 2018




Campinas, 18/04/2018 | 08:18

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Embora preliminares, dados do Serviço de Inspeção Federal sugerem que os abates de aves sob SIF no primeiro trimestre, estáveis de 2016 para 2017 (aumento inferior a meio por cento), recuaram em torno de 10% no mesmo período de 2018.

Na tabela abaixo são apresentados os resultados relativos a 16 Unidades Federativas (UFs) em que ocorrem abates sob SIF (ausente apenas o Piauí, onde os abates “sifados” corresponderam a 0,1% do total abatido). Ela mostra que apenas cinco UFs não registraram queda em 2018: São Paulo (onde os abates permaneceram estáveis em relação a 2017), Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo e Rondônia.

Em valores relativos os maiores índices de redução foram registrados em Tocantins, Pernambuco, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina e Mato Grosso. Já em valores absolutos a maior redução de volume recai sobre quatro estados, apenas: Santa Catarina (35,3 milhões de cabeças a menos), Paraná (32,4 milhões), Minas Gerais (29,9 milhões) e Goiás (23,6 milhões de cabeças a menos). Juntos, esses quatro estados responderam por 91% da redução observada (nas 16 UFs, cerca de 132,2 milhões de cabeças a menos).

À primeira vista, o recuo observado nos abates teria sido suficiente para neutralizar o retrocesso nas exportações que, no período, caíram perto de 6%. Notar, porém, que:
1º) acumularam-se estoques de passagem de 2017 para 2018;
2º) a produtividade do frango neste ano é maior que a de um ano atrás;
3º) parte do que antes era abatido como “griller” passou a ser destinado ao mercado interno, com peso significativamente maior.
4º) o poder aquisitivo do consumidor, normalmente débil no primeiro trimestre do ano, deteriorou-se ainda mais em 2018.

Tudo combinado, é certo que a redução registrada, embora expressiva em alguns casos, foi insuficiente para dar equilíbrio ao mercado. Daí, por exemplo, a queda, no trimestre, de 14% no preço médio do frango abatido comercializado internamente. Ou, mesmo, a redução de quase 12% na receita cambial do produto exportado.







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