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EUA: exportador de carne de frango teme fim do NAFTA




Campinas, 26/01/2018 | 08:54

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Um ano depois da posse de seu novo presidente, os exportadores de carne de frango dos EUA continuam convivendo com a perspectiva de extinção do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA na sigla em inglês). Temem a repetição do ocorrido no início deste século, quando perderam seu maior mercado, a Rússia.

A despeito da maior parte dos posicionamentos comerciais ser contrária à ideia, Donald Trump insiste na proposta de dar fim ao acordo de livre comércio mantido desde 1994 entre EUA, Canadá e México.

Se isso ocorrer, os exportadores de carne de frango norte-americanos estarão entre os maiores prejudicados, visto que, sob a égide do NAFTA, com tarifas alfandegárias favorecidas, o México tornou-se o principal importador do produto.

Em outras palavras, está em jogo um mercado que absorve cerca de 20% das exportações de carne de frango dos EUA. Ou em torno de 650 mil toneladas anuais de um total que deve ter chegado aos 3 milhões de toneladas em 2017 (os números finais só serão divulgados pelo USDA em fevereiro próximo). Financeiramente, o movimento gira em torno do bilhão de dólares.

Naturalmente, a eventual extinção do Acordo de Livre Comércio não vai implicar em “zeramento” das exportações para o México. Mas, sem os acordos tarifários atuais, elas devem cair sensivelmente. E isso faz rememorar o acontecido com a Rússia no início deste século.

Em 2001, primeiro ano do século XXI, a Rússia importou dos EUA mais de 1 milhões de toneladas de carne de frango, o equivalente então, não a 20%, mas a 40% das exportações norte-americanas. Mas no ano seguinte, 2002, o governo russo (como já fizera anteriormente e viria a fazer depois) embargou a entrada das chamadas “pernas de Bush” (coxa/sobrecoxa de frango) em território russo e, no ano, suas importações recuaram 65% em relação ao ano anterior.

Foi o suficiente – lembram exportadores dos EUA – para que o preço interno do produto recuasse de 26 centavos de dólar por libra-peso para não mais que 18 centavos de dólar – uma redução de mais de 30% em curtíssimo espaço de tempo.

Frente à ameaça, crescente, de Donald Trump de romper o acordo, negociadores norte-americanos, mexicanos e canadenses estão reunidos nesta semana em Montreal, no Canadá, tentando renegociar o que foi firmado junto ao NAFTA há 24 anos.

As três partes estão otimistas quanto à obtenção de novos acordos. Mas, de antemão – e em relação à carne de frango, especificamente – já se fala que “uma grande janela estará aberta aos produtores latino-americanos”. Isso, claro, refere-se especialmente ao Brasil.

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