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Cai participação do frango inteiro no volume exportado




Campinas, 25/01/2018 | 08:30

Fonte: AviSite | Autor: Redação

O frango inteiro, que cerca de cinco anos atrás chegou a representar 40% do volume mensal de carne de frango exportada pelo Brasil, vem perdendo participação no total embarcado. Fechou 2017 com menos de 30% do total embarcado, o menor índice registrado nos últimos 10 anos.

O gráfico não mostra, pois está representado pela média semestral móvel. Mas em março de 2013, por exemplo, o volume de frango inteiro exportado pelo Brasil (cerca de 129 mil/t) correspondeu a mais de 40% das 320 mil/t então embarcadas. Não foi caso único, pois havia sido registrado, nesses 10 anos, também em 2010.

Porém, retornando ao inicio da década analisada (primeiros meses de 2008), observa-se que então o frango inteiro representava pouco mais de um terço (35%) do total exportado. Como fechou 2017 com 29% do total, sua participação sofreu redução de 17%.

É verdade que o índice de redução dos industrializados e da carne salgada foi bem maior: de, praticamente, 43%. Porém, sua participação no total exportado é bastante inferior: Era de pouco mais de 10% em 2008 e manteve-se em torno desse patamar durante anos. Em 20017 sofreu seu maior refluxo, fechando o exercício em apenas 6,1% do total – também a menor participação nesses 10 anos.

Ganharam, naturalmente, os cortes de frango. Correspondiam a 55% no início de 2008, mas a partir de 2014 passaram a registrar evolução quase contínua (em detrimento, sobretudo, do frango inteiro) e encerraram 2017 com um ganho de praticamente 10 pontos percentuais – incremento de quase 20% em uma década.

O ganho dos cortes está ainda mais visível na receita cambial. Em 2008 responderam, na média, por 52% da receita auferida com as exportações de carne de frango. No ano passado essa participação chegou a dois terços do total (66,4%), aumentando cerca de 25% em uma década.

Aqui, novamente, o índice de perda maior recaiu sobre o conjunto “industrializados/carne salgada”, cuja participação recuou de pouco mais de 19% (média do primeiro trimestre de 2008) para não mais que 9% nos meses finais de 2017 – perda de participação de 52%.

Já a redução do frango inteiro foi menos significativa. Como no início de 2008 contribuiu com cerca de 28% da receita cambial e, dez anos depois, essa participação não foi muito além de 24%, a queda gira em torno dos 14%. Mas se considerado que, nesse meio tempo a receita do frango inteiro chegou a representar mais de 35% da receita total, o índice é bem maior. Por exemplo, em relação a janeiro de 2016 (ou seja, em apenas dois anos), a queda foi de, praticamente, 30%, pois a participação do frango inteiro caiu de pouco mais de 35% para 24,3%.







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