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Carne de frango: embarques recuam 5% no acumulado do ano




Campinas, 09/08/2017


Os resultados consolidados da SECEX/MDIC englobando os quatro principais itens componentes das exportações brasileiras de carne de frango – frango inteiro, cortes de frango, carne de frango salgada e industrializados de frango – confirmam que, pela primeira vez nos cinco meses passados, o volume mensal embarcado apresentou resultado positivo em relação ao mesmo mês de 2016.

Ao somarem 375,6 mil toneladas, as exportações de carne de frango de julho último aumentaram quase 5,5% em comparação ao que foi registrado em julho do ano passado. Corresponderam, também, ao segundo maior volume dos últimos 12 meses, nesse período só perdendo (por pequena diferença, 1,28% a menos) das 380,5 mil/t de setembro/16.

Pena, somente, que o preço médio dos quatro itens exportados venha sofrendo diluição no decorrer do tempo. Como consequência, a receita cambial não acompanhou proporcionalmente o aumento de volume. Totalizando pouco mais de US$606 milhões, apresentou resultado que significou aumento de apenas 1,65% sobre julho/16.

Completados sete (ou pouco mais de 58%) dos doze meses do ano, a receita cambial acumulada também registra diluição. Somando, agora, US$4,141 bilhões, apresenta incremento de 5,14% sobre idêntico período do ano anterior, contra, por exemplo, um incremento de 22% no trimestre inicial do ano. Consequência não só da menor recuperação de preços, mas também da queda no volume embarcado, cerca de 5% menor que nos mesmos sete meses de 2016.

Supondo-se que nesses últimos cinco meses de 2017 os embarques mensais mantenham a média registrada no bimestre junho/julho – perto de 370 mil toneladas/mês – o total do corrente exercício ficará pouco acima dos 4,3 milhões de toneladas, praticamente repetindo o total alcançado no ano passado – perto de 4,309 milhões de toneladas.

Por ora, porém, o acumulado nos últimos 12 meses (4,180 milhões de toneladas) se encontra mais de 5% aquém do que foi alcançado em idêntico período anterior.

Já a receita cambial, que em 12 meses registrou evolução positiva de 1,40%, apresenta no momento tendência de fechar o ano com resultado negativo, porquanto o preço médio do produto vem retroagindo nos últimos meses.

Aliás, depois de, em março passado, ter atingido seu melhor índice desde agosto de 2015, nos últimos quatro meses o preço médio dos quatro itens exportados tem recuado a índices superiores a meio por cento ao mês.



Fonte: AviSite
Autor: Redação






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