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Carne salgada continua com resultado negativo na exportação




Campinas, 11/05/2017


A despeito do péssimo desempenho em abril, o frango inteiro prossegue registrando resultados positivos no ano – pelo menos no preço médio e na receita cambial.

Assim, embora o volume de abril tenha caído drasticamente, fazendo que o total acumulado nos primeiros quatro meses de 2017 seja quase 7,5% menor que o alcançado no mesmo quadrimestre de 2016, o preço médio valorizou-se perto de 13%, o que redundou em uma receita cambial até aqui 4,45% maior que a de um ano atrás.

Porém, a principal contribuição continua vindo dos cortes de frango, item que responde por mais de 60% do volume embarcado e da receita cambial do setor. Pois ainda que o volume tenha decrescido 2,88%, a valorização de 23% no seu preço garantiu a obtenção de uma receita cambial perto de 20% maior que aquela obtida um ano atrás. Com isso, os cortes responderam por 92% dos US$255 milhões adicionais gerados pelas exportações no quadrimestre.

Apenas os industrializados de frango apresentaram resultados positivos nos três quesitos. O volume embarcado aumentou 5,30%, o preço médio, 5% e a receita cambial, 10,5%. Mas como os industrializados têm pequena participação nas exportações (3,98% do volume; 5,91% da receita) sua contribuição para a receita adicional foi baixa, de apenas 5%.

Em total oposição aos cortes, a carne de frango salgada foi a única a registrar resultados negativos nos três quesitos. Seu volume recuou mais de 12% e o preço médio sofreu queda de 3%. A consequência foi uma receita cambial 15% menor que a do mesmo quadrimestre de 2016.

Como corolário desses desempenhos, o volume total embarcado recuou 4,43%, mas a receita cambial experimentou incremento de 12,28%. Efeito da boa recuperação de preços do produto in natura, responsável por um incremento de quase 17,5% superior na média dos quatro itens exportados

De toda forma, notar que o valor médio alcançado (US$1.703,75/t) apenas reaproxima o preço atual daquele registrado dois anos atrás (US$1.713,43/t no 1º quadrimestre de 2015). No entanto, ele ainda permanece 13,59% aquém do que foi alcançado no mesmo período de 2014 (US$1.971,66/t).



Fonte: AviSite
Autor: Redação






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