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Sexta-feira, 14/08/2020
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CIÊNCIA & TECNOLOGIA - Trabalhos Técnicos

Nutrição

Efeitos de Diferentes Níveis de Energia e Aminoácidos sobre o Desempenho de Frangos de Corte

LMB Lima¹, NC Baião¹*, FC Ferreira¹, LJC Lara¹,DT Moraes¹, BC Michell¹ 1 Departamento de Zootecnia, EV-UFMG, Belo Horizonte – MG 2 Departamento de Preventiva, EV-UFMG, Belo Horizonte – MG INTRODUÇÃO A determinação dos níveis nutricionais ideais para frangos de corte, machos e fêmeas, são influenciados por vários fatores: condições ambientais, estado sanitário das aves, genética e até mesmo fatores mercadológicos (disponibilidade e custo de ingredientes). Além destes, variações na digestibilidade e na disponibilidade dos aminoácidos (AA) dos alimentos podem afetar as proporções de AA nas dietas. Diferentes recomendações nutricionais procedentes de diversas regiões com diferentes realidades climáticas e produtivas do Brasil, dificultam o estabelecimento da melhor recomendação nutricional para frangos de corte O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de frangos alimentados com diferentes níveis de energia e AA, baseados no conceito de proteína ideal. MATERIAL E MÉTODOS Foram utilizados 1440 pintos de corte, da linhagem Ross 308, sendo 720 machos e 720 fêmeas. O período experimental foi de um a 45 dias de idade. Os níveis dos AA, foram calculados com base no conceito de proteína ideal (1). Foram utilizados três níveis de energia metabolizável (EM), definidos como baixo (BE), médio (ME) e alto (AE), sendo: para a fase inicial (um a 21 dias de idade) 2900; 3000 e 3100 Kcal/Kg, para fase de crescimento (22 a 40 dias de idade) 3000; 3100 e 3200 Kcal/Kg e para a fase final (41 a 45 dias de idade) de 3100; 3200 e 3300 Kcal/Kg, respectivamente. Foram utilizados dois níveis de aminoácidos um padrão (AP) e o outro 10 % acima deste (A+10%). Tabela 1 – Níveis calculados de AA padrão Os tratamentos definidos de acordo com os níveis de energia e de aminoácidos das dietas, foram os seguintes: A- BE e níveis de AP; B-BE e A+10%; C - ME e AP; D -ME e A+10%; E – AE e AP; F – AE e A+ 10%. Os parâmetros analisados foram: ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA) e viabilidade (VIAB). O delineamento foi inteiramente ao acaso em arranjo fatorial 3x2 (três níveis de energia e dois níveis de AA) com quatro repetições de 30 aves cada. Os dados de machos e fêmeas foram analisados separadamente. As diferenças entre as médias foram comparadas pelo teste “SNK”. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados avaliados estão nas tabelas de 1 a 6. O pior ganho de peso dos machos ocorreu com a BE (P<0,05) e independente dos níveis de AA. Para as fêmeas a AE promoveu um maior GP quando comparada com os outros níveis energéticos, e o aumento dos níveis de AA também proporcionou um maior GP, mas não houve interação entre AA e energia. A diferença do CR não foi significativa para os machos (P>0,05), mas para as fêmeas o mais baixo CR foi com a BE (P<0,05). A CA tanto para machos quanto fêmeas não foi significativamente afetada pelos tratamentos. Somente os machos que receberam a dieta com AE tiveram a viabilidade negativamente afetada (P<0,05). Tabela 2 – GP dos machos de um a 45 dias de idade Letras diferentes maiúsculas na coluna e minúsculas na linha são diferentes pelo teste SNK (p < 0,05). C.V.= 1,83% Tabela 3 – GP das fêmeas de um a 45 dias de idade Letras diferentes maiúsculas na coluna e minúsculas na linha são diferentes pelo teste SNK (p < 0,05). C.V.= 1,87% Tabela 4 – CR dos machos de um a 45 dias de idade C.V.= 0,87% Tabela 5 – CR das fêmeas de um a 45 dias de idade C.V.= 1,82% Tabela 6 – CA dos machos de um a 45 dias de idade C.V.= 2.57% Tabela 7 – CA das fêmeas de um a 45 dias de idade C.V.= 2.74 Tabela 8 – VIAB dos machos de um a 45 dias de idade C.V.= 3.21 Tabela 9 – VIAB das fêmeas de um a 45 dias de idade C.V.=2.02 CONCLUSÕES Os melhores desempenhos foram obtidos com AE e A+10% para fêmeas e ME independente do nível de AA para machos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Rostagno et. al. Tabelas Brasileiras para aves e suínos: UFV 2000


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