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Sexta-feira, 14/08/2020
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CIÊNCIA & TECNOLOGIA - Trabalhos Técnicos

Nutrição

Modelos para Determinação das Exigências Energéticas de Frangos de Reposição

Neme, R. Sakomura, N.K. Freitas, E.R. Fukayama, E.H. Fialho, F.B. INTRODUÇÃO A maioria das pesquisas em produção animal são direcionadas à soluções de problemas simples. Questões complexas são estudadas em partes, partindo do pressuposto de que os resultados são aditivos (1). Uma vez que, as linhagens podem diferir em vários aspectos, como composição corporal, taxas de crescimento e exigências energéticas, associado a temperatura, como fator ambiental mais relevante nas criações comerciais, a redução do empenamento das aves criadas em climas quentes pode melhorar a eficiência produtiva. Este estudo foi delineado para elaborar modelos para predizer as exigências energéticas de aves de postura em crescimento, em função do peso vivo, ganho de peso diário, da temperatura ambiente e do grau de empenamento das aves de diferentes linhagens. MATERIAL E MÉTODOS No Ensaio 1, 64 aves semi pesadas Hy Line Marrom (HLM) e 64 aves leves Hy Line W36 (HLW36) de 9 a 13 semanas de vida, foram alojadas em câmara climática a 24ºC, para determinação das eficiências de utilização da energia corporal retida (kg). As aves foram alimentadas diariamente em quatro níveis, ad libitum, 70, 50 e 35% do consumo ad libitum. Utilizando a técnica do abate comparativo, foi estimado o kg. No ensaio 2, para estudar o efeito da temperatura ambiente e do grau do empenamento sobre as exigências de EM para mantença (EMm), 240 aves de cada variedade (HLW36 e HLM ) foram alojadas em cinco câmaras climáticas com temperaturas de 12, 18, 24, 30 e 36 ºC, sendo um grupo depenadas totalmente (0%), outro metade do corpo (50%) e outro não depenado (100%). A EMm foi determinada pela diferença entre a EMI (energia metabolizável ingerida) e a ER (energia retida) dividida pelo kg determinado no ensaio 1. No 3º Ensaio, 300 aves de cada variedade foram criadas da 1ª a 18ª semana e abatidas semanalmente. Foi determinada a ER para cada fase de crescimento. (1 a 6, 7 a 12 e 13 a18 semanas). Dividindo-se a ER no período pelos respectivos kg, obteve-se as exigências para ganho de peso de cada linhagem. A partir dos resultados obtidos foram elaborados modelos para cada variedade e fase de crescimento. RESULTADOS E DISCUSSÃO Observa-se na Figura 1, que a temperatura crítica inferior (TCI), ou temperatura de conforto, foi alterada em função do grau de empenamento das aves. Ou seja, 18,89; 21,72 e 24,54ºC, para 100%, 50% e 0% de penas, respectivamente. A medida que a temperatura aumentou 1 ºC a partir da TCI de cada empenamento, houve um aumento na exigência de mantença na ordem de 0,88 kcal/kg0,75/dia. O aumento da EMm em temperaturas acima da faixa de termoneutralidade é atribuído aos gastos energéticos da ativação de mecanismos para perda de calor, principalmente por perdas evaporativas aumentando a taxa respiratória. Por outro lado, a medida que a temperatura diminuiu, a partir da TCI, há um aumento na exigência de mantença na ordem de 6,73 kcal/kg0,75/dia para cada 1 ºC. Tanto a temperatura, como o empenamento, influenciaram as exigências energéticas das aves, indicando que a redução de penas pode ser benéfico em temperaturas quentes, no entanto deixa as aves mais vulneráveis ao frio. Foram elaborados dois modelos em função da temperatura crítica inferior (TCI), para T inferior a e outro para T superior a Os coeficientes que definem as exigências de EM para o ganho de peso em kcal/g de ganho de peso, determinados para cada fase de crescimento, variam com as mudanças na composição corporal são considerados nos modelos apresentados abaixo. CONCLUSÕES Considerando os fatores determinados para a EMm e as exigências de EM para o ganho diario de peso, foram elaborados os seguintes modelos para determinar as exigências energéticas diárias para as frangas HLW36 e HLM. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Fialho FB. www.cnpsa.embrapa.br


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