Revista do Avisite
Revista do Ovo
Encartes Especiais
Notícias
Clippings
Informativo Semanal
Informativo Diário
AviGuia
AviSite
OvoSite
Trabalhos Técnicos
Agenda
Cobertura
Legislação
Banco de Currículos
Relatórios
Busca Avançada
Contato
Publicidades
Patrocinadores
Sexta-feira, 24/05/2019
Siga-nos:
Trabalhos Técnicos
-->
CIÊNCIA & TECNOLOGIA - Trabalhos Técnicos

Manejo

Efeito da Temperatura e Duração do Jejum Pré-Abate sobre Indicadores de Estresse em Frangos de Corte Abatidos aos 35 e 49 dias de Idade

Rosa O. S. Figueiredo E. A. P. Bomm E. R. Boff J. A. Introdução O jejum hídrico e de ração no pré-abate acarreta perda de peso em frangos. Perda de peso em excesso reduz a rentabilidade e a competitividade do setor. Nilipour (2) recomenda período de jejum de ração no pré-abate de 8 a 12 horas. Kotula & Wang (1) obtiveram redução do potencial hidrogeniônico (pH) do m.sculo com o aumento do período de jejum pré-abate. Objetivou-se avaliar o efeito da temperatura e da duração do jejum pré-abate sobre a perda de peso corporal e indicadores de estresse térmico em frangos de corte. Materais e Métodos Testou-se cinco durações de jejum pré-abate (T1 a T5), respectivamente, correspondendo a trÍs, seis, nove, doze e quinze horas de jejum de ração e de água, a partir da sexta hora de jejum de ração. As c‚maras de espera foram ajustadas para duas temperaturas (22 e 34oC). Em cada idade (35 e 49 dias) foram abatidas 160 aves de quatro linhagens (Embrapa 021, Cobb, Embrapa 022 e Ross) e dois sexos. O delineamento experimental utilizado foi parcela dividida com o fatorial Idade X Linha X Sexo aplicado na parcela e o fatorial Tempo X Temperatura aplicado na subparcela, com 16 aves por repetição. Os indicadores de estresse avaliados foram perda de peso corporal (PPC) em g, pela pesagem individual das aves nos momentos da retirada da ração e do abate, a temperatura corporal retal (TCR) em oC, no momento do abate e o pH do músculo do peito (pH), uma hora após o abate. Efetuou-se a an·lise das vari‚ncias e a comparou-se as médias pelos contrastes de interesse, previamente definidos, pelo teste "F" do SAS (3). Resultados e Discussões A perda de peso foi influenciada pelos efeitos principais de idade (I), linha (L), sexo (S), duração (H) e temperatura (T), e das interações LxS, SxH, IxH e HxT (p<0,01) e da interação IxT (p<0,05). A temperatura retal foi influenciada pelos efeitos principais de H e T e das interações IxH, IxT (p<0,01) e da interação HxT (p<0,05). O pH do músculo do peito foi influenciado pelos efeitos principais I, L, H e da interação IxH (p<0,01). Na Tabela 1 são apresentados os valores médios com os respectivos erros-padr„o da média, dos indicadores avaliados. Na Tabela 2 são apresentadas as médias dos indicadores avaliados de acordo com a interação HxT. A perda de peso aumentou com a idade, com a duração e com a temperatura do jejum, sendo maior nos machos do que nas fÍmeas e sendo maior na linha E21. A temperatura retal aumentou com a temperatura da c‚mara e com a duração do jejum. O pH diminuiu com a idade e com a duração do jejum. Essas informações oferecem subsÌdios para melhor adequação do perÌodo de jejum, levando em consideração a idade deabate e a temperatura no pré-abate. Observou-se maiores TCR nas aves submetidas a maiores tempo de jejum e temperatura, refletindo em maior estresse, indicado pela elevação da temperatura corporal. A diminuição no pH do músculo do peito com a idade do frango est· de acordo com os resultados de (1). Conclusão Frangos aos 35 dias, tiveram maiores perdas de peso corporal que aos 49 dias. Foi verificado relação entre elevação da temperatura, redução do pH muscular, em consequência do estresse calórico. A duração do jejum, a temperatura no pré-abate e idade de abate dos frangos devem ser considerados na determinação do tempo adequado de jejum para minimizar a perda de peso. Bibliografia 1. Nilipour AN. World Poultry-misset 1996; 12(12); 49-53. 2. Kotula KL, Wang YI. Journal of Applied Poultry Research. 1994; 3:103-110. 3. SAS Institute INC. SAS / STAT Guide for personalcomputers: version 6. Fourth Edition. Cary, NC: 1989.1686p.


Manejo































CATEGORIAS

Administração, Economia, Planejamento e Política Avícola (10)

Ambiência (27)

Equipamentos (3)

Estrutiocultura (2)

Genética (1)

Incubação (9)

Manejo (31)

Meio Ambiente (1)

Nutrição (65)

Outras Áreas (31)

Produção (18)

Saúde (3)

Saúde Avicola (67)

REVISTA ONLINE
Receba as melhores informações sobre avicultura por e-mail.
Nome:
E-mail: