Revista do Avisite
Revista do Ovo
Encartes Especiais
Notícias
Clippings
AviGuia
AviSite
OvoSite
Trabalhos Técnicos
Agenda
Cobertura
Legislação
Banco de Currículos
Relatórios
Busca Avançada
Contato
Anuncie
Patrocinadores
Quinta-feira, 12/12/2019
Siga-nos:
Trabalhos Técnicos
-->
CIÊNCIA & TECNOLOGIA - Trabalhos Técnicos

Ambiência

Perdas nas operações pré-abate: ênfase em espera

Frederico Márcio Corrêa Vieira¹, Iran José Oliveira da Silva² e José Antonio Delfino Barbosa Filho³ ¹Zootecnista, MSc., NUPEA Consultoria & Ambiência - E-mail: frederico@nupea.com.br ²Engenheiro Agrícola, DSc., Professor Livre Docente, NUPEA – ESALQ/USP E-mail: ijosilva@esalq.usp.br ³Engenheiro Agrícola, DSc., Professor Doutor. Universidade Federal do Ceará – UFC E-mail: zkdelfino@gmail.com Introdução Dentre as poucas informações existentes sobre as operações pré-abate, sabese que muitos são os fatores que contribuem com o estresse das aves durante estas etapas e que a intensidade destes efeitos determina o nível elevado de perdas por mortalidade na chegada (“Death on arrival” – DOA). No entanto, a busca pela localização destes pontos críticos tornou-se um dos principais desafios da cadeia produtiva de frangos de corte, com o objetivo de reduzir as perdas nesta fase, e consequentemente aumentar a lucratividade para todos os atores envolvidos no cenário avícola. Destaca-se nesta abordagem a operação de espera nos abatedouros, que consiste no momento em que as aves aguardam na carga o momento de abate. Esta etapa é uma das mais importantes e decisivas quanto ao sucesso obtido entre a retirada das aves das granjas e sua chegada à linha de abate, dentro de condições que facilitem a comercialização de um produto final de qualidade superior. Todavia, mesmo com todos os cuidados tomados nas etapas de pega, carregamento e transporte, estes podem ser perdidos em poucas horas durante a espera, caso esta seja mal planejada para o objetivo de oferecer um ambiente térmico adequado para os animais. Pouco se sabe das condições ideais que possam contribuir para a redução da carga de estresse do animal, proveniente das etapas anteriores. As estações do ano, os períodos do dia (manhã, tarde e noite) e as elevadas temperaturas e umidades relativas contribuem efetivamente para o estresse térmico durante todas as operações pré-abate. No entanto, a tipologia construtiva dos galpões, o manejo da climatização e o tempo em que os caminhões aguardam nos abatedouros são fatores que podem ser controlados pelas empresas, por meio de treinamentos e programas específicos de manejo voltado à redução de perdas por mortalidade, estas que ultrapassam 1% na maioria das empresas, superior a 100 milhões de reais anuais de prejuízo na cadeia avícola nacional. Desta forma, o objetivo deste seminário será apresentar a influência dos pontos críticos durante a operação pré-abate de espera nos abatedouros, enfocando recomendações de manejo direcionadas à redução de perdas por mortalidade. Para ver o trabalho clique aqui.


Ambiência



























CATEGORIAS

Administração, Economia, Planejamento e Política Avícola (10)

Ambiência (27)

Equipamentos (3)

Estrutiocultura (2)

Genética (1)

Incubação (9)

Manejo (31)

Meio Ambiente (1)

Nutrição (67)

Outras Áreas (31)

Produção (18)

Saúde (3)

Saúde Avicola (68)

REVISTA ONLINE

Receba as melhores informações sobre avicultura por e-mail.
Nome:
E-mail: