 
Embora o alojamento nacional de matrizes de corte tenha recuado 13,06% no primeiro bimestre de 2009 (contra uma expansão de 33,10% no mesmo período de 2008, o que sugere que o atual recuo ainda é relativamente pequeno), em nível estadual os comportamentos foram bastante variados.
As maiores quedas, por exemplo, couberam a Mato Grosso do Sul e a São Paulo, estados que tiveram redução de 47,90% e 42,01%, respectivamente. Com esse alto índice, ambos apresentam, no momento, um alojamento inferior até mesmo ao do primeiro bimestre de 2007, situação que se aplica também a Minas Gerais.
Os três estados do Sul (que, em conjunto, detêm no momento 57,87% do alojamento nacional), apresentam reduções que vão desde 3,43% (Santa Catarina) até 13,99% (Rio Grande do Sul). O Paraná apresenta um índice de recuo intermediário (-9,75%), mas todos dispõem de mais matrizes de corte que no mesmo período de 2007: o Paraná, de um adicional de 38,7%, Santa Catarina, de 8,9%; e o Rio Grande do Sul, de 16,8%.
Pode surpreender, mas ainda há estados que alojaram, no bimestre inicial de 2009, mais matrizes de corte que há um ano. Foi o que ocorreu em Pernambuco, Ceará e Bahia, cujos alojamentos cresceram 41,5%, 14% e 10,5%, respectivamente. Mas, sem dúvida, são expansões justificáveis, já que a Região não depende do mercado externo e conta com um mercado em expansão.
Não é, com certeza, o caso de Mato Grosso cujo alojamento, neste ano, aumentou 21,8% em relação ao mesmo período de 2008. Tem mais, porém: comparativamente a 2007, o alojamento de Mato Grosso cresceu quase 115%, ou seja, mais do que dobrou.
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