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Carne de frango: novas tendências dos importadores em 2017

Campinas, 19/06/2017 | 08:26
Fonte: AviSite | Autor: Redação

A boa notícia do mais recente Food Outlook da FAO é que apenas quatro dos 14 principais importadores de carnes avícolas (de frango, principalmente) devem reduzir suas compras no corrente exercício. A má notícia (para as exportações brasileiras) é que três deles são grandes importadores da carne de frango do Brasil.

Ou seja: independentemente dos indesejáveis efeitos da Operação Carne Fraca, Arábia Saudita, Japão e Rússia (respectivamente, primeiro, terceiro e décimo-segundo importadores do Brasil em 2016) reduzirão suas compras externas no decorrer de 2017. E isso se aplica também a Angola, país igualmente atendido pelo Brasil e que em 2016 colocou-se como o 18º importador da carne de frango brasileira.

Menos mal porque os dez importadores remanescentes irão neutralizar a redução desses quatro. Mas o índice de incremento previsto é pequeno, de apenas 1%. E como a FAO prevê que as importações globais cresçam pouco mais de 1,6%, os demais importadores, não relacionados na tabela, deverão absorver volume quase 4% maior que o de 2016.

Para simples avaliação, a tabela abaixo traz, adicionalmente, a representatividade desses 14 importadores nas exportações de carne de frango do Brasil e dos EUA. E a primeira constatação é a de que o Brasil, em 2016, atendeu todos esses mercados, enquanto os EUA estiveram ausentes (momentaneamente?) de alguns deles. Mais exatamente, da Rússia, da China e da União Europeia.

O caso mais gritante é o da Rússia, que já foi não só o maior importador de carne de frango do mundo, mas também o principal comprador do produto norte-americano. Desde o segundo semestre de 2014, como retaliação comercial, a Rússia “zerou” as importações (não só de frango) dos EUA. Mas com Trump no poder, nunca se sabe o que pode vir a seguir...

A China praticamente nada importa dos EUA. Assim, a carne de frango norte-americana consumida pelos chineses entra naquele mercado através de Hong Kong (por sinal, o quarto principal importador dos EUA nesse quesito, enquanto a China se coloca numa longínqua 76ª posição). Porém, o governo chinês está reabrindo suas fronteiras aos EUA. Por ora com a carne bovina, é verdade, mas nada impede que o leque se abra.

Já a União Europeia mantém seu mercado fechado às carnes dos EUA há décadas. Assim, o volume exportado para alguns dos 28 países integrantes do bloco referem-se, tudo indica, a produto “diplomático”, destinado a atender as representações norte-americanas no Velho Continente.

Em 2016 foram, mais ou menos, 4 mil toneladas, o que representa, aproximadamente, 1% do total exportado pelo Brasil para a UE no ano passado - cerca de 400 mil toneladas. Este volume, por sinal, coloca o bloco europeu como o terceiro principal importador da carne de frango brasileira – junto com o Japão, mas atrás apenas da Arábia Saudita e da China (aqui inclusas as importações via Hong Kong).

E, neste caso, frente ao que vem sendo divulgado em relação às missões veterinárias europeias que estiveram no Brasil em maio passado, acende-se outra luz amarela quanto ao futuro das exportações brasileiras.


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