A reestruturação da BRF

A Brasil Foods (BRF) está passando por um momento de reestruturação administrativa. A maior agroindústria brasileira de aves e suínos espera ajustar suas contas e ampliar sua participação no mercado internacional. Na sua opinião, a participação do empresário Abilio Diniz nesta reestruturação poderá ajudar na ascensão da empresa?


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 BRF: reformulação resgata ícone da Sadia e acelera enxugamento
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Nova Mensagem

(21/08/2013 12:05:38)

São Paulo, SP, 15 de Agosto de 2013 - Quando a BRF foi criada, em maio de 2009, como resultado da união entre Perdigão e Sadia, o estilo da gestão da primeira logo se impôs, por motivos óbvios: a fusão permitiu que a Sadia, golpeada pela crise dos derivativos, fosse salva. Nildemar Secches, ex-presidente do conselho de administração da BRF, e José Antônio do Prado Fay, agora seu ex-presidente, deram um "jeito Perdigão" à companhia. Nesta segunda fase da BRF, com Abilio Diniz à frente do conselho de administração e Cláudio Galeazzi como presidente global, figuras-chave da antiga Sadia voltam a ganhar força. Walter Fontana, que representa a família Fontana, faz parte do "steering committee" criado por Abilio para delinear o futuro da BRF. E a gestora de fundos Tarpon, que levou Abilio ao conselho, era acionista da Sadia e próxima a Fontana. E foi a própria criação da BRF que levou a essa reviravolta. Para analistas da área de carnes, a demora da empresa para integrar totalmente os ativos de Perdigão e Sadia levou-a a uma performance abaixo da esperada pelos investidores. E alguns dos acionistas cobraram caro por isso. É claro que parte dessa demora na integração tem de ser atribuída à complexa operação que a BRF teve de fazer após compromisso acertado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que permitiu sua criação. Valor Econômico


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