O mito dos hormônios: solução encontrada gera surpresa no setor

Parece que a avicultura cansou de malhar em ferro frio (ou em cabeça dura – a do consumidor) e decidiu adotar nova estratégia: pediu autorização ao Ministério da Agricultura para adicionar às embalagens de frango a amplamente conhecida e reiterada informação de que são produzidos sem a utilização de hormônios. Recebeu o sim esperado e a indicação do que deve ser divulgado: “sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira”.
Capitalizada de imediato por algumas indústrias, a nova mensagem gerou surpresa entre alguns empresários e técnicos do setor, todos preocupados com a possível reação do consumidor à informação. Pois – destaca a maioria – embora esse não seja o sentido exato da palavra, a preposição “sem” ressaltada nos alimentos tem hoje a conotação de algo que existia e agora não existe mais. Ou seja, nada impede o consumidor de questionar: tinha hormônio e agora não tem mais?
E você, o que pensa a respeito? Foi a melhor solução? Vai acabar com o mito? Ou pode gerar outros desdobramentos? Quais?
Quem pergunta é o “Forum” do Avisite.
E o nosso convite é: manifeste-se, expresse sua opinião.


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 Tendências do valor de terras agrícolas nos US
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LUZIA ROXO PIMENTEL (25/07/2015 11:13:32)

4 Tendências no valor de terras nos US Por Luzia Roxo Pimentel, jornalista especializada em Agribusiness O momento apresenta um efeito de ondulação no valor baixo dos preços das commodities o que reflete no preço das terras agriculturáveis norte-americanas. 1. Perdendo valor… O que não é surpresa para ninguém. O preço ficou mais baixo do que há um ano em Dakota do Sul e Kansas. Em geral as terras agrícolas estão custando menos 2% em Nebraska e menos 8% em Iowa. Os preços caíram em media 5% a 10% comparados com os de 2014. Em uma ampla pesquisa divulgada em Junho último os preços de terras nos principais estados produtores de milho variaram da seguinte forma em US dólares: Illinois–$12,500/acre (2014) to $11,600 (2015) Indiana – $10,000/acre (2014) to $9,200 (2015) Iowa – $12,250 (2014) to $11,000 (2015) Nebraska – $12,000 (2014) to $10,500 (2015) Em alguns estados do Meio Oeste os valores permaneceram estáveis. No Arkansas e em Oklahoma os preços ficaram os mesmos ($5,000 e $3,000 per acre, respectivamente). E no Missouri, o preço para 2015 ficou $200/por acre, mais alto do que em 2014.Esta tendência está repetindo o cenário de 2009. No momento, há 2 fatores importantes em jogo: o preço das commodities e o preço dos juros bancários. Cada vez que a tendência de um deles muda, afeta o preço das terras. 2. A qualidade da terra sustenta o preço. Apesar dos preços das fazendas estarem em queda, as terras de alta qualidade mantém seu alto valor, principalmente em regiões de grande competitividade. Em uma venda recente no Illinois, as terras foram vendidas em maio último da seguinte forma: 40 acres de alta qualidade atingiram o preço de $14,500 por acre. A lição é que terras excelentes em boas localidades continuam atraindo muitos dólares. 3. Poucos leilões Os leiloeiros de Nevada, Iowa verificaram a tendência de diminuição de leilões neste ano. Alguns fazendeiros ganharam um bom dinheiro nos últimos anos e não estão querendo sair do negócio. A maioria está esperando os preços subirem mais. 4. Dúvidas Atualmente, comprar terras para agricultura é um jogo de apostas altas e os interessados estão demorando mais tempo do que o normal para tomarem suas decisões.

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JOãO JOSUé BATISTA NETO (23/07/2015 10:42:05)

è muito importante para o consumidor este rótulo informando a qualidade do produto , porém seria mais adequado a divulgação da evolução da avicultura na atualidade ou seja:de 40 a 45 dias de idade de abate de um frango de corte.

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MARCELO DA LAGUA (20/07/2015 10:02:43)

Observe os rótulos de contem trangenico ,o consumidor vai olhar pensar questionar, se chegar realmente na ultima fase descrita sera a hora de novamente explicar para se chegar ao entendimento, o que esta sendo feito é louvável,que tal reinarmos todos da cadeia produtiva ,venda e revenda ao invés de discutirmos sexo dos anjos.

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PRISCILLA (10/04/2015 16:21:50)

É uma boa oportunidade de as pessoas entenderem de uma vez por todas que os frangos não têm hormônios. Por outro lado, há quem afirme que algumas marcas não têm hormônios e outras têm. Isso pode gerar um problema de interpretação, caso não sejam todos as marcas que vão aderir ao novo rótulo.

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GEORGE VIANA DO NASCIMENTO (08/07/2015 07:58:47)

A medida é importante, mas insuficiente pois não atende toda a cadeia. São necessárias campanhas publicitárias em revistas e jornais formadores de opinião dando uma resumida visão histórica da avicultura brasileira, sua importância e, inclusive, sobre o mito do uso de hormônios.

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PATRíCIA DE AZEVêDO BASTOS (25/03/2015 10:02:21)

ESSA SOLUÇÃO SERÁ MUITO BEM ACEITA PELO CONSUMIDOR,E CONSEQUENTEMENTE AS VENDAS DO PRODUTO GANHARAM MAIS FORÇA

 Devagar... mas, não muito.
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LUZIA ROXO PIMENTEL (06/03/2015 19:16:58)

Devagar. . . mas, não muito. (Por Luzia Roxo Pimentel, jornalista especializada em Agribusiness) A previsão para o plantio de milho e soja para as próximas semanas nos US mostra que já está surgindo uma abertura para a preparação do solo, à medida que o inverno perde a força. Depois de um frio record em fevereiro, a primavera pode atrasar um pouco, mas não vai tardar. O importante agora é ficar de olho na previsão do tempo. Entre os dias 11 e 15 já são esperadas temperaturas mais altas e menos chuvas. Estas duas tendências podem ajudar no despertar do solo no Meio Oeste e proporcionar abertura para a preparação do plantio da primavera. "Como já se sabe, Janeiro e fevereiro foram os meses mais frios no leste dos US, incluindo a maior parte das áreas de plantio de milho e soja no Meio Oeste. O frio ocasionou um grande resfriamento do solo” diz o chefe do MDA Weather Services, o meteorologista agrícola Kyle Tapley. "Por causa disso vai demorar mais do que o normal para o solo voltar a temperatura apropriada para o plantio. A cobertura de neve está acima do normal no centro e no sul do Meio Oeste, nas Planícies do Norte e nas áreas mais distante do Meio Oeste” Um bom exemplo disso é o estado de Nebraska, onde no início de março todo o solo estava com temperatura abaixo do normal, um ambiente que torna mais difícil do que o normal o degelo da primaveral, dizem os analistas. A opinião dos produtores é que depois do aquecimento de meados de março as temperaturas ainda continuarão frias, mas depois voltam ao normal. A normalizaçao vai depender do volume de chuvas "Em abril são esperados dias ligeiramente mais frios do que o normal na região do sudoeste do Meio Oeste e do Delta. Estas temperaturas frias, combinadas com o solo também bastante frio podem atrasar o plantio. Porem, o baixo volume de chuvas no Cinturão do Milho é um fator favorável porque, sem áreas alagadas, o plantio não precisa atrasar mais”.Diz Tapley. Na primeira metade da primavera, o plantio pode ser lento, mas em maio as temperaturas esquentam e a produção volta ao ritmo normal. "Em maio, na região do Cinturão do Milho as temperaturas devem se normalizar favorecendo o milho e a soja. As chuvas também voltam ao normal, mas em Minnesota pode haver inundações” diz ele. De maio em diante as previsões não são precisas. Os produtores estão tomando suas decisões baseadas no fato de que os preços podem subir se houver seca durante o ano. Um verão quente e seco pode elevar os preços e torná-los bastante instáveis.

 Previsões do Departamento de Agricultura Norte americano para as áreas de plantio de soja, milho e trigo em 2015.
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LUZIA ROXO PIMENTEL (19/02/2015 21:52:28)

Por Luzia Roxo Pimentel, jornalista especialixzada em Agribusiness Previsão do Departamento de Agricultura Norte americano para as áreas de plantio de soja, milho e trigo em 2015. Milho: 89 milhões de acres e Soja: 83.5 milhões de acres. Os fazendeiros norte americanos vão plantar uma área de soja menor, este ano, comparada com a área recorde de 2014 e vão plantar ainda mais milho do que tinham projetado anteriormente, informou o Departamento de Agricultura no Outlook Forum realizado em Washington DC na última quinta feira, dia 18 de fevereiro. Robert Johansson, economista chefe do Departamento de Agricultura disse que “a área da soja vai ficar em 83,5 milhões de acres e terá uma ligeira queda, comparada com o recorde do ano passado”. Isso mostra um movimento de saída do plantio de soja por parte de alguns produtores devido ao custo operacional e a baixa oportunidade de mercado dos últimos meses ““. A área de plantio de milho está projetada para 89.0 milhões de acres, caindo 1.6 milhões de acres comparada aos 8.2 milhões de acres de 2014 e abaixo do pico recente de 2012. No ano passado a área de soja totalizou 83.7 milhões de acres. A área do plantio de trigo está prevista para 55.5 milhões de acres em 2015, isto é 1.3 milhãos de acres abaixo da área de 2014.

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MARCIO (20/01/2015 16:44:44)

Hoje vários canais de mídia tem divulgado reportagens sobre segurança alimentar.É um assunto que tem um apelo muito grande pelo público.Acho que deveria fomentar junto a mídia uma reportagem sobre o assunto.Consultando pesquisadores renomados, laboratórios do Mapa.Assim prestaria um serviço para a comunidade.

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MANOEL FRANCISCO DE MORAIS (30/12/2014 15:44:05)

Deveria constar: "O Frango de corte industrial sempre foi produzido sem a administração de hormônios".

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MARCELO SOUZA LIMA (10/11/2014 11:17:27)

Como médico veterinário, com vários anos de dedicação à avicultura, vejo com tristeza uma atividade tão veloz, tecnológica, de ponta, ter que adotar uma estratégia perigosa como essa. A competência em produção de proteína animal não foi repassada a mídia, no intuito de esclarecer o real motivo de tamanho ganho de peso em tão pouco tempo. As raízes da qualidade, nutrição, genética e demais variáveis que compõe a cadeia avícola, não foram suficientes para convencer o consumidor do tamanho da segurança alimentar que embarca na carne de frango "de granja". Enxergo uma certa incompetência e falta de vontade nessa empreitada, por que nunca deixei de convencer ninguém frente ao assunto, sempre esclarecendo e dando segurança na continuidade do consumo da carne de frango. Mas fazer o que diante do fato, só me resta continuar consumindo, sem ler as embalagens, por que será ou não verdade o que foi declarado?


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