Quarta-feira, 25 de Maio de 2016

“Pacote” de milho e farelo de soja cresceu assustadoramente no primeiro quadrimestre

No cenário internacional, dados comparativos indicam que a crise de Influenza Aviária enfrentada pelos EUA no ano passado beneficiou fortemente as exportações brasileiras a partir de junho de 2015 contribuindo para um aumento de quase 6% nos embarques. No inicio do ano passado, o Brasil previa alcançar somente 3% de aumento no volume exportado.

Projeções efetuadas pelo USDA estimam 10,755 milhões de toneladas de carne de frango exportadas no mundo em 2016. Desse volume, o Brasil pode ser responsável por 38%, os Estados Unidos por 28% e os demais exportadores por 34% do comércio mundial.

Em maio será lançada uma plataforma eletrônica em fase experimental nos EUA com a intenção de possibilitar negociação direta on-line entre compradores e vendedores de carne de frango. Interessante acompanhar o desenvolvimento dessa plataforma eletrônica que pode vir a beneficiar, também, as empresas brasileiras de carne de frango.

No cenário nacional, a CONAB divulgou levantamento preliminar indicando que na primeira metade da presente década, houve aumento real ínfimo (0,35 ponto percentual) na oferta de carnes – bovina, suína e de frango - disponibilizada no mercado interno.

Levantamento efetuado pelo Avisite indica que o “pacote” incluindo milho e farelo de soja utilizado na alimentação das aves cresceu assustadoramente no decorrer do primeiro quadrimestre. Nesse período, o “pacote” foi 30% superior ao preço recebido pelo frango vivo. Aliás, em abril, o frango vivo no mercado paulista regrediu ao menor valor alcançado no período. Já no mercado mineiro, atingiu o menor valor do ano.

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