Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

IBGE indica crescimento

No cenário internacional, trabalho conjunto desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que a produção de carne avícola dos cinco países que compõem o bloco econômico BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – tende a aumentar 26,02% até 2023. Mas até lá, a participação brasileira entre os BRICS vai recuar 6%, caindo de 33,92% para 31,89%.

Já as exportações dos EUA cresceram 1,3% entre janeiro e julho desse ano, enquanto nos últimos 12 meses, somente 0,22%. No Brasil a exportação cresceu 1,99% em 7 meses e 2,31% em 12 meses.

No cenário nacional, dados divulgados pelo IBGE indicam que no primeiro semestre houve incremento de 0,94% no volume de frangos abatidos sob inspeção.

Mas o volume de carne proveniente desses frangos cresceu 5,99%. Ou seja, o frango abatido tem proporcionado um volume bem maior de carne de frango e o setor deve estar atento a essa constatação.

Setembro foi um bom mês para a avicultura de corte.

Houve melhora nas margens de comercialização do frango vivo e abatido: o produtor alcançou o melhor preço médio dos últimos 10 meses; no grande atacado foi o melhor dos últimos 11 meses.

Quem não tem proporcionado rendimento é a avicultura de postura. As exportações sofreram redução de 24% no acumulado janeiro a agosto. E no mercado interno, a caixa de ovos em setembro atingiu o pior valor dos últimos dois anos. E, nem mesmo os descartes e promoções foram suficientes para mudar o atual panorama de excesso do produto.

O que ajuda a minimizar um pouco a situação ruim do produtor de ovos são os baixos preços das matérias-primas básicas utilizadas na composição da ração: milhoe farelo de soja.

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